Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
Numa nota divulgada na sua página na internet, a UA refere que detetou um acesso indevido aos seus sistemas de informação, que resultou “na exposição de dados pessoais e institucionais”.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) revelou na segunda-feira que os professores vão receber um euro por cada resposta classificada, 12 euros por cada prova reapreciada e 10 euros pelas provas em suporte físico, ou seja, as de Geometria Descritiva e Desenho A.
Na sequência dos problemas com a correção digital dos exames nacionais do ensino secundário, que levaram a criar uma época especial em setembro para os alunos prejudicados, os diretores escolares pediram um adiamento do início do ano letivo.
A confiança é uma das bases não só da experiência pedagógica na relação professor-aluno como também da responsabilidade que a sociedade deposita na escola. E ela tem de existir, claro está, também no que toca à avaliação.
As posições foram assumidas no final das reuniões negociais realizadas hoje com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em que o tema dos exames nacionais não fazia parte da ordem de trabalhos, mas foi abordado pela tutela.
Tentar e falhar deve ser encorajado. Mas o Ministério da Educação não é uma startup com baixo risco de perda. As consequências podem ser elevadíssimas para alunos, professores, pais, funcionários do Ministério e, espera-se, para os próprios responsáveis políticos.
Em declarações à agência Lusa, José Luís Carneiro também defendeu – e igualmente por razões de segurança - um eventual adiamento “por um ou dois dias” da realização da segunda fase dos exames nacionais.
A quatro dias da conclusão do processo de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, continua haver relatos de falta de folhas de resposta e de um aumento contínuo de itens para corrigir.
Uma escola deixa de ser verdadeiramente universitária quando deixa de investigar e treinar, de forma repetida, o método científico. E aquilo que se investiga acaba inevitavelmente por moldar o que, e como, se ensina.
Hoje, os rankings já extravasaram as portas das Universidades, sendo frequentemente usados na definição de estratégias dos sistemas de educação dos países e influenciam empresas importantes e grupos económicos.
Como é que a IA muda aquilo que podemos prometer que é conhecimento de base para todos os nossos alunos, definindo assim o que eles sabem ou não pensar e, por consequência, fazer?
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) vai abrir 8.465 vagas para o próximo ano letivo, das quais 3.152 são em zonas com maior carência de professores, refere a portaria, publicada esta terça-feira em Diário da República.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação adiantou esta quarta-feira, 1, no Parlamento que o grupo de trabalho criado pelo Governo apresentará até ao final do ano letivo uma estratégia para o digital. Na véspera dos dois anos de ação governativa, Fernando Alexandre lembrou algumas medidas mais emblemáticas da sua ação.
O Sindicato do Ensino Superior diz ao JE que um ano após a publicação do Despacho dos ministros Fernando Alexandre e Miranda Sarmento que possibilita as progressões remuneratórias dos docentes por opção gestionária em todas as Instituições de Ensino Superior (IES), milhares de professores aguardam ainda que as avaliações de desempenho positivas se traduzam em valorização salarial.
As universidades portuguesas, mesmo as mais conceituadas, têm vindo a percorrer um caminho preocupante, na garantia da isenção, independência, transparência e qualidade de ensino dos nossos jovens.
Em comunicado, a federação refere que “em causa está o regime especial de recuperação integral dos 2393 dias de tempo de serviço cuja contagem esteve suspensa entre 2005 e 2007 e entre 2011 e 2017, aprovado para os educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário dos estabelecimentos públicos de educação”.
Em comunicado, o MECI refere que o montante é relativo à correção da forma de cálculo, com efeitos a 2018, e a horas extraordinárias realizadas durante o 1.º período do atual ano letivo, uma medida que abrangeu 30.467 professores.
A Fenprof considerou hoje que o ministério da Educação acrescentou “mais um foco de perturbação ao funcionamento das escolas” com a obrigatoriedade do registo dos sumários, enquanto a Missão Escola Pública pede esclarecimentos sobre um “não-assunto”.
Um plenário nacional, pelas 14h00 desta sexta-feira, 9, e a entrega do abaixo-assinado “Por melhores condições de trabalho”, subscrito por mais de 16 000 docentes, marcam um dia de luta pela valorização de docentes da monodocência.