Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
Segundo um comunicado divulgado no final da reunião de Conselho de Ministros, o Governo aprovou um Decreto-Lei que “repõe a equidade, alargando os apoios a todos os docentes do ensino básico e do ensino secundário que, a partir do próximo ano letivo, lecionem nas EPE da rede pública”.
Em comunicado, o Sindicato dos Professores da Zona Norte (SPZN), que integra a Federação Nacional da Educação (FNE), sublinha a necessidade de corrigir injustiças que afetam a carreira dos docentes.
Despacho conjunto dos Ministérios da Educação e das Finanças permite às universidades e politécnicos fazer progressões gestionárias de docentes desde que tenham disponibilidade orçamental, revela nota da tutela enviada ao JE. Fernando Alexandre e Miranda Sarmento desbloqueiam constrangimento antigo.
Segundo a portaria, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) vai abrir 11.056 vagas para o próximo ano letivo, das quais 5.623 serão disponibilizadas para os quadros de zona pedagógica.
Einstein escreveu que “o pensamento criativo é a inteligência a divertir-se” e sabemos bem que a criatividade é uma das competências centrais para o século XXI. O objetivo deve ser impulsionar o desenvolvimento das crianças, utilizando o poder transformador de brincar na Educação. Criatividade, capacidade de resolução de problemas, colaboração e comunicação são essenciais para qualquer emprego futuro.
A tese da inutilidade dos exames e testes vai contra as ciências cognitivas modernas, que descobriram e estudaram experimentalmente o efeito da testagem de conhecimentos sobre a aprendizagem. E o que descobriram? Que ser-se testado é uma forma muito eficaz de consolidar a aprendizagem e de aprender.
Novo regime de mobilidade por doença entra em vigor no ano letivo 2025/2026, conforme anunciado pelo Governo. Mobilidade passa a ter a duração de um ano e pode ser renovada por mais dois anos letivos
Antigo ministro da Educação, autor de estudo sobre "Necessidades de Professores, para a Fundação Belmiro de Azevedo, diz que não chega olhar para o problema da necessidade de professores apenas na ótica da atratividade da profissão docente. O problema é sistémico e tem que ser encarado como tal.
Segundo estudo EDULOG, 'think tank' da Fundação Belmiro de Azevedo para a educação, divulgado esta terça-feira, a falta de professores que se verifica atualmente decorre, em parte, da ineficiência do processo. Cerca de 40% das escolas de Portugal continental têm menos de 15 alunos e 26% têm menos de 10 alunos.
O ensaio das provas de Monitorização da Aprendizagem (ModA) “está longe de ser um sucesso”, denunciou a Fenprof num comunicado divulgado hoje, terceiro dia de realização das provas de Português para os alunos do 4.º, 6.º e 9.º anos.
O ministro Fernando Alexandre disse esta terça-feira, 7 de janeiro, no Parlamento, que “mais de metade" dos professores deslocados da área de residência receberam o apoio máximo de 450 euros, adiantando que a medida já custou cerca de dois milhões de euros.
O papa encorajou também os responsáveis a transmitir aos alunos "uma nova cultura baseada no encontro entre gerações" e "responsabilidade pessoal e coletiva para enfrentar os desafios globais como as crises ambientais, sociais e económicas".
As conclusões resultam de um inquérito realizado pelo Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE), que auscultou 7.191 docentes a propósito do processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).
O balanço foi feito hoje pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, em conferência de imprensa, no final de uma visita ao final da manhã à escola secundária D. Dinis, em Marvila, Lisboa, em que acompanhou o primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Em declarações aos jornalistas após ter visitado uma escola secundária em Marvila, Lisboa, Luís Montenegro fez um balanço da ação governativa na educação e afirmou que há hoje “cinco mil novos professores no sistema, fruto de condições de maior atratividade”.
"O Ministério da Educação estava a criar grandes expectativas para tentar resolver este problema porque, afinal, o que está aqui em cima da mesa é a falta de professores e o problema resolve-se com medidas adequadas", disse o secretário-geral adjunto da FENPROF José Feliciano Costa.
Segundo dados do Ministério da Educação, Ciência e Inovação, a que a Lusa teve acesso, 8.007 professores terão aumentos salariais no vencimento de novembro, com efeitos retroativos a setembro.
O apoio à deslocação voltou a ser uma das medidas mais contestadas pelas bancadas, que apontaram a injustiça para um docente deslocado que fique colocado numa escola mesmo ao lado de uma que dava direito ao subsídio de deslocação.