Professores exigem “respostas efetivas” para monodocência em frente ao Ministério da Educação

Um plenário nacional, pelas 14h00 desta sexta-feira, 9, e a entrega do abaixo-assinado “Por melhores condições de trabalho”, subscrito por mais de 16 000 docentes, marcam um dia de luta pela valorização de docentes da monodocência.

Professores exigem “respostas efetivas” para monodocência em frente ao Ministério da Educação
Professores

A Fenprof leva esta sexta-feira, 9, a luta por melhores condições de trabalho na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

Um plenário nacional de docentes da monodocência, pelas 14h00, em frente ao MECI e a entrega do abaixo-assinado “Por melhores condições de trabalho”, subscrito por mais de 16 000 docentes, e da Carta Reivindicativa da Monodocência, documento que sistematiza as principais exigências destes docentes marcam o dia de luta em prol da monodocência.

Para a maior estrutura sindical de professores do país é “imprescindível” que o Ministério reconheça “as especificidades da monodocência” e que avance soluções concretas que valorizem o trabalho desenvolvido nestes grupos de docência e assegurem a equidade com os outros setores, nomeadamente no que respeita “à carga letiva e ao calendário escolar, à organização do tempo de trabalho, à redução da carga burocrática, ao desempenho de cargos, à aplicação do art.º 79.º do ECD e ao devido reconhecimento profissional”.

O plenário terá igualmente como objetivo discutir as condições de trabalho dos docentes da monodocência e reforçar a exigência de respostas efetivas por parte do MECI.

O abaixo-assinado, que já deu entrada na Assembleia da República na forma de petição, encontra-se em apreciação na Comissão de Educação e Ciência, devendo posteriormente subir a plenário.

Relacionado