O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
A medida tinha sido anunciada há um mês pelo ministro da Educação que, na altura, explicou que a decisão teve por base a tendência internacional e um novo inquérito aos diretores escolares que relataram que nos espaços onde não entram telemóveis há "mais socialização" e "menos indisciplina".
O seguro é obrigatório para os alunos do ensino público, exceto no superior, e também de estabelecimentos particulares e cooperativos em regime de contrato de associação.
A alimentação saudável tem um importante papel no desenvolvimento cognitivo e no rendimento escolar. Por isso, oferecemos-lhe algumas dicas para tornar os lanches da manhã e da tarde mais equilibrados. Sugerimos ainda que envolva os mais pequenos na sua preparação. Educa e brinca ao mesmo tempo!
Utilizar crédito para adquirir material escolar ou outros itens é uma decisão que deverá ser bem ponderada e consciente, para além de sempre consonante com a realidade financeira de cada família.
Começar por elaborar o orçamento mensal e integrar um item destinado à poupança, uma espécie de pé-de-meia para esta época do ano, poderá fazer toda a diferença para conseguir enfrentar as despesas do regresso as aulas, com algum equilíbrio financeiro e sem rutura do seu orçamento.
Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
No 3.º Ciclo do Ensino Básico estão proibidos os telemóveis e o calendário é o previsto, com o início das aulas entre 11 e 15 de setembro. Já nos Cursos Científico-Humanísticos do Ensino Secundário, o ano letivo 2026-2027 terá início a 21 de setembro.
"Não estamos, portanto, perante 20 mil novos professores que tenham entrado no sistema para responder às necessidades das escolas. Estamos, em larga medida, perante docentes que já pertencem aos quadros e que foram colocados noutras escolas através da mobilidade interna. Esta distinção é fundamental", destacou a FENPROF.
“Com estes três cursos em Gouveia, a UPG dá um sinal claro de quanto está empenhada na difusão e na transferência de conhecimento, bem como na valorização económica e social dos recursos humanos da sua região”, adiantou Joaquim Brigas, reitor da Universidade Politécnica da Guarda.
No ano letivo 2024/2025, o número de estudantes deslocados ascendia a 147 mil, a que se somavam 80 mil estudantes internacionais que escolheram Portugal para frequentar o ensino superior.
Depois de divulgadas as notas, as escolas poderão também enviar aos alunos as versões digitalizadas das respetivas provas classificadas, à semelhança do que aconteceu durante a 1.ª fase.
Segundo os dados disponibilizados no ‘site’ da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), até segunda-feira tinham sido submetidas 51.480 candidaturas, mais 1.885 do que no mesmo período de 2025.
"A providência que melhor salvaguarda o princípio da igualdade é a suspensão imediata dos prazos em curso da primeira fase e das operações consequentes de seriação e colocação", lê-se num parecer, a que a Lusa teve acesso, emitido pelo bastonário e o Conselho Geral da Ordem dos Advogados, pedido pelo movimento Missão Escola Pública.
O anúncio foi feito hoje pelo gabinete do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), que explicou que o Governo “considerou não estarem reunidas as condições para a implementação integral do novo sistema de bolsas em 2026/2027”, tal como previamente definido.
“A Fenprof considera que este tratamento é uma afronta aos professores e uma ofensa à sua inteligência e dignidade profissional”, sublinha a federação, anunciando que vai denunciar a situação junto da Inspeção Geral de Educação e Ciência.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, assinou esta segunda-feira, 27, um Despacho que determina o pagamento, a todos os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário de um euro por cada resposta classificada e de 12 euros por cada prova reapreciada.
As posições foram assumidas no final das reuniões negociais realizadas hoje com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em que o tema dos exames nacionais não fazia parte da ordem de trabalhos, mas foi abordado pela tutela.
“Foram identificados erros de parametrização das matrizes de classificação” de alguns “itens dos exames finais nacionais do ensino secundário realizados na 1.ª fase” nas disciplinas de Física e Química A, Geografia, História A e Português Língua Não Materna, refere a carta enviada pelo presidente do Júri Nacional de Exames às escolas, a que hoje a Lusa teve acesso.