O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
É necessário promover o ensino junto dos mais novos, mas sobretudo da população em idade adulta, que, ouvindo números, não consegue entender o impacto na sua vida. Mais do que identificar um problema há que agir e educar.
As greves iniciar-se-ão em 24 de outubro, podendo prolongar-se até final do ano letivo. Incidirão sobre reuniões, ou serviço extraordinário, cabendo a cada professor decidir quando aderir a uma greve que terá pré-avisos diários.
Os professores devem assumir um papel ativo nas novas abordagens pedagógicas. Só desta forma será possível responder às questões de fundo do século XXI.
Se ponderamos tributar lucros inesperados, sem pensar muito nos prejuízos inesperados, por que não criar também um mecanismo de benefícios para as empresas que verdadeiramente apoiam o Estado nesta luta?