O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
"Nesta reunião, serão analisadas as condições em que as escolas se encontram, um mês depois do início do ano letivo, sendo um dos problemas mais graves a falta de professor(es) para dezenas de milhares de alunos", informou a FENPROF.
Dados do Eurostat divulgados esta quinta-feira revelam que, embora em média um quarto dos jovens europeus trabalhe enquanto estuda, há diferenças nacionais substanciais. Nos Países Baixos, por exemplo, 73% dos jovens fazem as duas coisas ao mesmo tempo, enquanto na Roménia são apenas 2%.
Para ajudar os pais e os alunos existem bolsas de estudo atribuídas anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, bolsas de mérito para os alunos com uma prestação excecional ou empréstimos bancários específicos para estudantes.
A cofundadora da COVID Education Alliance diz, ao JE, que a sala de aula está condenada a desaparecer, mas não o professor, cujo papel até se tornará mais forte. O mundo está a mudar, mas não pode cair na armadilha que tem seguido em que apenas os mais ricos conseguirão fazer a transição para a escola do futuro.
Os sindicatos como a FENPROF falharam redondamente, apesar do alarido. A única coisa que a FENPROF e outros asseguraram ao longo das últimas décadas foi a sua própria existência.
Informática e Português são as disciplinas que registam maiores dificuldades de recrutamento, segundo Luís Lobo, do secretariado nacional da Fenprof, que cita dados da Federação em declarações ao JE.
O ano letivo 2023/2024 arranca na próxima semana, entre os dias 12 e 15, e, mais uma vez, a dificuldade em contratar docentes volta a assombrar a reabertura das escolas, um problema que, não sendo novo, parece agravar-se ano após ano.
Falta de vagas e problemas com matrículas e manuais escolares gratuitos motivaram as mais de 500 reclamações feitas pelos pais e encarregados de educação nos últimos dois meses. Mais de metade das queixas foram dirigidas ao Ministério da Educação.
Certamente seria um erro ignorar os possíveis efeitos colaterais negativos do ChatGPT. No entanto, muitos já descobriram que a ferramenta pode ser incrivelmente poderosa.
A DECO quer apoiar os jovens universitários que, não raras vezes, precisam de se instalar noutra cidade, celebrar contratos de prestação de serviços e até fazer as compras de bens de primeira necessidade.
O candidato da CDU às eleições regionais da Madeira disse que é preciso "inverter a linha de destruição de escolas" e que travar a desativação de escolas públicas "é uma emergência educacional".
Dezanove pousadas da juventude vão reforçar o alojamento estudantil, anunciou o gabinete do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, que acrescentou que o valor mensal deve variar entre os 200 e os 300 euros.
Para beneficiar de manuais escolares gratuitos, os encarregados de educação têm de registar-se em www.manuaisescolares.pt ou através da app Edu Rede Escolar.
Podemos, pois, olhar para a realidade como um conjunto de factos qualitativos, factos quantitativos, significados qualitativos e significados quantitativos.
O seguro é obrigatório para os alunos do ensino público, exceto no superior, e também de estabelecimentos particulares e cooperativos em regime de contrato de associação.
Comece por verificar em que estado estão os materiais do ano lectivo anterior. Só depois desta escolha é que deverá ser elaborada uma lista de material necessário.
O contrato-programa entre Governo Regional e Universidade visa a formação e qualificação de recursos humanos, a promoção cultural, desenvolvimento da investigação científica e técnica, a permuta de informação e a valorização do conhecimento.