O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
As reunião de hoje e da próxima sexta-feira, supostamente, destinam-se à conclusão do processo negocial, mas a FENPROF já fez saber que não aceita que o fim das negociações seja precipitado.
Segundo os economistas, as três coisas que propulsionam verdadeiro crescimento são infraestruturas, educação e investigação. Portugal está mal nos três.
O líder da Fenprof admitiu avanços em algumas áreas na negociação com o Governo. Contudo assume desacordos, linhas vermelhas e propostas que diz serem inaceitáveis.
O sindicalista denunciou um caso que terá ocorrido em Faro em que professores terão sido impedidos de estar numa reunião sindical tendo sido invocado para o efeito os serviços mínimos.
São três, os principais eixos desta abordagem: serviço comunitário, conexão curricular, reflexão. Um ciclo de teorias, práticas e ferramentas de reflexão que fomentam o pensamento crítico.
O PAN defende o fim das quotas nas carreiras dos professores e que os assistentes operacionais e técnicos tenham planos de carreira e remuneratório dignos.
A greve a nacional dos professores por distritos, convocada por oito organizações sindicais, chega hoje à cidade dos estudantes, para onde estão marcadas três marchas pela valorização da profissão docente.
Promovida pelo IPDJ, em parceria com o projeto Escola Embaixadora do Parlamento Europeu, a exposição arranca esta terça-feira, Dia Internacional da Educação, e visa promover a ética no desporto através de testemunhos e histórias vivenciadas. Rosa Mota é um dos rostos em destaque.
Sabemos pouco sobre a vida deste extraordinário jesuíta português de Seiscentos, mas sabemos que esteve em Pequim e se notabilizou por ter entrado na Cidade Proibida e por se ter tornado num leal e influente conselheiro do imperador chinês Kangxi. Esteve ao seu serviço 36 anos.
Deputado socialista Carlos Pereira diz ter garantias do Governo da República de que não haverá redução do contingente, mas o reitor da Universidade da Madeira revelou ao EM que tema foi abordado com ministra em dezembro.
A República quererá reduzir para de 3,5% para 2% o contingente de acesso ao ensino superior das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. A decisão já foi criticada também pelo presidente do executivo madeirense, Miguel Albuquerque, e pelo PS Madeira.
Em entrevista ao JE, a Reitora do CLIP diz-nos que tem cerca de 1200 alunos e 160 professores e adianta que tem vindo a contratar portugueses que nos últimos anos integraram o circuito internacional da educação e estrangeiros que vêm viver para Portugal.
O relatório diz que todas as 16 propostas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) português para promover o emprego jovem são direcionadas "para a educação", e sublinha que falta incentivos para o combate ao desemprego, onde se inclui apoios dirigidos às empresas, programas que facilitem a procura de emprego e a reformulação de serviços como o Instituto de Emprego e Formação Profissional.
O prolongamento do prazo de candidatura serviu para garantir a possibilidade de candidatura por parte dos alunos que frequentam doutoramentos, explica o município.
Num balanço à paralisação, o Sindicato Independente de Professores e Educadores, fala numa "adesão em massa" dos professores que provocou o encerramento de muitas escolas por todo o país, deixando centenas de alunos sem aulas no primeiro tempo.
As boas notícias são que em 2023 e no futuro seremos capazes de confiar mais nas máquinas e utilizar a IA para automatizar os controlos de segurança e mecanismos de resposta, para além ajudar a proteger dados críticos, tanto pessoais, como de negócio.
A exposição "O Estado do Mundo: Museu do Atlântico Sul", que pode ser vista até 15 de janeiro no Pavilhão Branco, em Lisboa, parte de uma ideia de Agostinho da Silva e transporta-a para os nossos dias. Reflexões no presente para construir um futuro mais dialogante.
A autarquia sublinhou a importância de reforçar o papel do município, enquanto parceiro estratégico das comunidades educativas, contribuindo desta maneira para a resolução de problemas.
No atual ano letivo, estão abrangidas pelo programa DigitALL 58 escolas do ensino básico, de norte a sul do país, envolvendo cerca de 1300 professores e 20 monitores.
Na apresentação da sua lista, que decorreu em Lisboa, Rui Rocha sublinhou que tem uma visão “a dez anos” para o país, em oposição aos restantes partidos, "que estão concentrados em gerir o dia-a-dia, em gerir clientelas, em ocupar o aparelho de Estado”.