O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
A Universidade do Minho dá a conhecer, de terça, 11, a sexta, 14, o melhor da investigação e inovação desenvolvidas na instituição e promove o diálogo entre academia, indústria e sociedade.
É tempo de educar para o incerto, para o inacabado, para o que ainda não existe. E isso exige coragem. Coragem para admitir que os nossos modelos de ensino já não bastam.
“A carreira é a espinha dorsal do sistema, tudo o resto são questões que a ela se ligam. Colocá-la no fim é, no mínimo, uma incoerência estrutural, no máximo, uma estratégia consciente de diluição da sua força central”, escrevem os docentes numa carta aberta.
Na quarta-feira, um grupo de professores da Escola Portuguesa de Luanda (EPL) iniciou uma greve por tempo indeterminado, devido à falta de respostas do Governo português sobre o subsídio de instalação, disse à Lusa fonte dos grevistas.
A instituição de ensino norte-americana confirmou que recebeu 514,3 milhões de euros em doações irrestritas de antigos alunos e amigos, o que constitui um recorde. No ano fiscal de 2025, o valor do fundo patrimonial de Harvard atingiu os 48,7 mil milhões de euros), face aos 45,6 mil milhões de euros do ano fiscal anterior.
“Na semana passada tínhamos cerca de mil horários por preencher, mas nem todos são horários completos”, disse o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas à margem da 4ª edição da Conferência Teaming Club, que reúne os Centros de Excelência do programa “Teaming for Excellence” da União Europeia.
“Vamos lançar muito em breve um concurso para 237 escolas”, revelou hoje o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas à margem da 4.ª edição da Conferência Teaming Club, que reúne os Centros de Excelência do programa “Teaming for Excellence” da União Europeia.
Um dia após o Ministério da Educação ter celebrado protocolos com instituições de ensino superior para formar mais professores até 2030, comprometendo-se a pagar o custo integral de cada aluno, a APESP vem defender a inclusão do setor nesses contratos-programa.
Com o objetivo estabelecido de apoiar 100 milhões de pessoas até 2030, o programa está a aceitar, até 3 de novembro, novas candidaturas de organizações sociais com propostas nas áreas do ensino, empregabilidade, empreendedorismo e educação para a sustentabilidade ambiental.
Depois de Coimbra e de Lisboa, TUMO, trazido para Portugal por Pedro Santa Clara, abre este ano letivo na cidade Invicta. Este novo centro de tecnologias, o primeiro na região Norte, é, tal como os outros, financiado por entidades privadas e públicas e gratuito para os estudantes.
“Reconheço que há necessidades que podem não estar satisfeitas, como aliás no nosso sistema educativo há imensas dimensões onde ainda temos insuficiências”, disse Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia de assinatura de acordos de colaboração com municípios para a abertura de novas salas do pré-escolar.
São elegíveis 22 escolas do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário classificadas como Muito Urgente no Acordo assinado em 2023, com a ANMP. Munícipios têm de submeter candidaturas até 31 de março de 2026. No total, o financiamento pode atingir os mil milhões de euros.
“Neste momento, cerca de 93 mil alunos estão afetados e o ano letivo já começou”, afirmou José Feliciano Costa, secretário-geral da Fenprof, referindo o caso concreto do 1.º ciclo, com mais de cinco mil crianças ainda sem professores atribuídos.
O anuncio foi feito hoje por José Feliciano Costa, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), durante uma conferência de imprensa em Lisboa para analisar a abertura de mais um ano letivo.
À semelhança do ano passado, Fernando Alexandre voltou a comprometer-se com a valorização dos profissionais, recordando os desafios enfrentados na educação e o caminhou que começou a trilhar ainda enquanto ministro no anterior executivo.
Em entrevista à Antena 1 na véspera do arranque de mais um ano letivo, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, disse que em “98%/99% das escolas os professores estão todos colocados, os alunos vão ter aulas a todas as disciplinas”.
"Vamos manter a exigência no acesso ao ensino superior. Os exames são a garantia de que os alunos chegam ao ensino superior com um nível adequado de preparação", afirmou Cláudia Sarrico, ao intervir na apresentação, em Lisboa, da edição de 2025 do relatório internacional Education at a Glance.
“Não estamos nem perante uma reforma, nem uma reorganização. Estamos perante um desmantelamento do Ministério da Educação”, considerou o secretário-geral da Fenprof, Francisco Gonçalves, em declarações à agência Lusa.
Associação Jurídica Pelos Direitos Fundamentais congratula-se com a decisão do Ministério da Educação de dar às escolas orientações para garantirem medicina do trabalho. A tutela revela que está a promover a aquisição de serviços de segurança e saúde no trabalho e que até que estes sejam contratualizados, cabe aos diretores promover e custear a realização das consultas.