A tecnologia por si só não gera valor; o valor surge quando a organização se reestrutura em torno dela. O mesmo princípio se aplica à inteligência artificial.
Este artigo não é um alerta apocalíptico. É um convite à lucidez. A Inteligência Artificial pode amplificar o melhor do pensamento humano ou anestesiá-lo. Pode reforçar a capacidade de decisão ou substituí-la de forma silenciosa. Tudo depende de como escolhemos governar esta relação.
A flexibilidade do consumo é um dos pilares dos sistemas elétricos modernos, não apenas por razões ambientais e de segurança do abastecimento, mas também por configurar um fator de competitividade para as empresas.
A separação do trigo do joio na IA teve início há vários meses e começa a ameaçar o atual 'bull market', que não pode ser sustentado apenas pela rotação setorial.
Continuar a reagir apenas após a ocorrência do desastre deixou de ser uma opção viável. Para proteger comunidades e ativos económicos, num contexto de risco climático crescente, é imperativo adotar novas abordagens e ferramentas.
Se a robótica é o corpo, a inteligência artificial é o cérebro. Em 2026, assistimos a uma convergência clara entre IA generativa, visão computacional e robótica autónoma, criando sistemas capazes de tomar decisões complexas e resolver problemas em tempo real.
A criação de um regime de vistos acelerados para atrair especialistas estrangeiros em diferentes domínios da inteligência artificial está entre as promessas da nova Agenda Nacional para a IA.
No setor imobiliário de luxo, os websites estão a passar de vitrinas digitais para ferramentas de decisão. A forma como apresentam informações detalhadas, claras e organizadas tornou-se determinante, já que sistemas de inteligência artificial analisam os conteúdos antes mesmo de os compradores entrarem em contacto com as equipas de vendas.
Conversas com chatbots de inteligência artificial podem reforçar convicções políticas e até mudar intenções de voto, revela um estudo publicado na Nature, que analisou interações de eleitores com IA em eleições reais nos EUA, Canadá e Polónia.
As empresas são organismos vivos, que têm de se adaptar às mudanças. Nas empresas todas as pessoas contam, todas crescem em conjunto e todas devem beneficiar dos ganhos que uma flexibilidade mútua, equilibrada e justa pode produzir.
Um “Sozinho em Casa” moderno seria menos sobre a criatividade infantil e mais sobre literacia digital: a capacidade de compreender riscos, gerir permissões, reforçar passwords, atualizar dispositivos e desconfiar de comportamentos invulgares.
Reconhecer a IA como fator de produção é reconhecer que a economia está a entrar numa nova fase. Exige reavaliar políticas públicas, métricas económicas e modelos de crescimento. E vem redefinir a própria forma como o valor é criado.
O ministro do Estado e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, afirmou hoje que Portugal tem condições para liderar em inteligência artificial (IA), salientando que a oportunidade existe e depende de todos
É tempo de educar para o incerto, para o inacabado, para o que ainda não existe. E isso exige coragem. Coragem para admitir que os nossos modelos de ensino já não bastam.
Por paradoxal que pareça, a maior consciência ética da UE em relação às tecnologias pode ser um trunfo importante, diferenciando-se da estratégia dos EUA e apostando numa IA mais direcionada para a produtividade e competitividade, a eficiência do setor público, o empoderamento dos cidadãos e o reforço da democracia.
Falta criar campeões mundiais, fomentar fusões e a integração de empresas europeias, aprovar reformas que libertem produtividade e atraiam capital de longo prazo.