A tecnologia por si só não gera valor; o valor surge quando a organização se reestrutura em torno dela. O mesmo princípio se aplica à inteligência artificial.
A Inteligência Artificial entrou nas empresas pela porta da produtividade, acelerando processos, simplificando tarefas. Com isso trouxe também uma pergunta que tem sido esquecida: o que acontece aos dados quando passam a ser introduzidos, carregados ou processados por estas ferramentas?
Uma administração pública que contrata inteligência artificial americana enquanto não existe alternativa europeia viável está, com dinheiros públicos, a financiar a dependência futura.
Economistas conceituados terão razão quando afirmam que o Ocidente está à beira do abismo. Quanto menos permeável for às mudanças, maior e mais rápida será a sua quebra de hegemonia, sobretudo na Europa, que não está a saber “divorciar-se” dos EUA, em tempo, de forma a construir o seu rumo.
Novos antibióticos poderão ser descobertos mais rapidamente graças a uma ferramenta desenvolvida por investigadores da Universidade de Queensland que avalia a fiabilidade do raciocínio da inteligência artificial na investigação de medicamentos.
Quem constrói a infraestrutura, introduz a tecnologia, é o primeiro beneficiário. A seguir, quem desenvolve as aplicações. Mas, depois, ganha quem souber o que fazer com estas ferramentas e daí retirar valor. É aqui que estamos a entrar, rapidamente.
Um país que não ensina a julgar entrega o discernimento a quem programa a máquina, e uma nação que delega o seu juízo deixa de ser soberana muito antes de o saber. A isto chamo soberania intelectual.
Vendas de chips e de tecnologia estão aumentar, dando mais poder de fogo à economia global para fazer frente aos impactos negativos da crise energética.
Uma primeira recomendação: desacelerar. A principal arma contra dark patterns é o tempo. Quase nenhuma promoção relâmpago é real. Espere um dia. Volte. Compare. A segunda: desconfiar da pressão.
Um novo modelo de educação superior deve também reconhecer que aprender software deixou de ser uma especialização reservada a futuros informáticos e passou a ser uma literacia fundamental, tão estruturante como saber escrever ou calcular no século XX.
Através de uma oferta integrada nos pilares da tecnologia, cibersegurança, análise de dados, eficiência operacional, desenvolvimento tecnológico e recursos humanos, a Solutions 360 comprova que a inteligência artificial não é apenas uma tendência, mas um motor que deve ser integrado estrategicamente no core dos negócios para gerar valor real.
Reforçar o papel dos politécnicos pode significar criar instituições mais ágeis, mais próximas das necessidades empresariais e mais preparadas para formar profissionais adaptáveis. Tendo presente que a IA não exige uniformidade, mas diferenciação inteligente.
Muitas instituições financeiras mantêm estruturas hierárquicas pesadas e processos conservadores, o que dificulta a experimentação rápida e a integração de novas tecnologias nos fluxos críticos de negócio.
A encenação e a apropriação são o ponto de partida da nova exposição da Coleção de Fotografia Novobanco. “Personae” reúne nomes como Marina Abramović, Erwin Olaf e Nikki S. para nos confrontar com máscaras e IA.
O guia técnico do CCBE [Conselho da Ordem dos Advogados e das Sociedades Jurídicas da Europa] sobre inteligência artificial (IA) para advogados de março de 2026 retira a utilização da IA da envolvente do entusiasmo irresponsável e coloca-a no domínio da competência profissional, da confidencialidade e da governação do risco. Durante algum tempo, olhámos para […]
Um bom Governo de IA tem de ser, antes de mais, possível de aplicar. Deve entrar nos processos onde a organização já decide e não viver à margem deles.
A omnipresença da IA generativa e o seu uso cada vez mais frequente têm levantado dúvidas não só sobre a qualidade da informação como sobre os efeitos sobre a forma como pensamos.
Num mundo cada vez mais automatizado, a construção de relações baseadas na confiança, na empatia e na autenticidade é um ativo que nenhum algoritmo consegue replicar.