Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
O controlo da inflação está a correr como o previsto do outro lado do oceano. Nesse contexto, o banco central pode optar, na sua próxima reunião a 26 de julho, por não voltar a subir as taxas de referência.
O economista sénior da Fed de St. Louis concorda com a decisão de manter as taxas inalteradas, em junho, para avaliar os efeitos da política monetária, mantendo em aberto a possibilidade de uma 'aterragem suave' face aos indicadores fortes que têm saído da maior economia do mundo.
Afinal, como impactaram os níveis recorde de inflação o mercado de trabalho? A OCDE lança esta manhã um relatório que traça o cenário. Isto no mesmo dia em que o instituto ZEW divulga o indicador do sentimento económico relativo a julho.
Os dados revelados esta quinta-feira pela ADP (um dia antes dos oficiais) são mais do dobro do esperado pelo mercado, sinalizando que se mantém a rigidez do mercado laboral americano. Juntamente com uma forte dinâmica salarial, estes dados dão força a novas subidas de juros pela Fed.
Os membros mais agressivos da Reserva Federal argumentaram que nova subida de 25 pontos seria adequada em junho, dada a força do mercado laboral e os sinais pouco evidentes de que a tendência implícita da inflação era mesmo de queda. Ainda assim, decisão acabou por ser unânime, como havia dito Powell.
A Reserva Federal norte-americana divulga as atas da última reunião de política monetária, o Banco de Portugal publica informação estatística sobre novos empréstimos e depósitos em maio e a OPEP dá o pontapé de saída do 8º seminário internacional em Viena, no qual o Governo português far-se-á representar.
Mesmo com perdas a ascender aos 500 mil milhões de dólares, os principais bancos norte-americanos podem ganhar autorização da Reserva Federal para continuar a fazer empréstimos a famílias e negócios.
A evolução da opinião de Krugman é mais do que compreensível: alinhando pelo lado keynesiano, é difícil não ficar entusiasmado com os estímulos fiscais do século.
A UNICEF refere que em 2022, Portugal registou 1.992 pedidos de proteção internacional, incluindo 354 crianças, 83 das quais não estavam acompanhadas, segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
Os bancos centrais têm fundamentado a subida dos juros com a necessidade de combater a inflação. É uma posição discutível, tendo em conta que os fatores que induziram a subida generalizada dos preços não resultaram de economias ciclicamente sobreaquecidas.
Vários membros da Fed insistem na necessidade de continuar com o processo de endurecimento da política monetária nos Estados Unidos, o que levou os investidores a apostarem em mais duas datas para a subida das taxas de juro até ao fim do ano.
“Vários participantes reforçaram que seria crucial frisar que a linguagem utilizada na declaração após a reunião não devia ser interpretável como sinalizando que as possibilidades de cortes ainda este ano ou de novas subidas haviam sido excluídas”, lê-se no documento.