Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Gerir a sustentabilidade financeira do país num contexto internacional ainda mais desequilibrado, é o grande desafio da política económica americana dos próximos anos.
Como a nota diária de análise do Millennium Investment Banking sublinha, "Wall Street arranca em baixa, numa sessão marcada pela apresentação de contas de cotadas como United Airlines, Morgan Stanley, P&G e Abbott Laboratories", às quais se seguem os "números de Netflix e Tesla".
Os bons números divulgados a respeito do emprego nas empresas norte-americanas levam a crer que as taxas de juro deverão voltar a subir, pelo que os investidores parecem desanimados.
“Se a economia se revelar muito mais resistente do que havíamos projetado, no limite, isso diz-me que as taxas terão de chegar mais alto e mantidas nesses níveis até as coisas arrefecerem”, afirmou Neel Kashkari, um dos membros mais hawkish do painel de política monetária da Fed.
O tecnológico Nasdaq liderou entre os pares em Wall Street, com uma valorização de 0,45% para 13.271,32 pontos, seguido do S&P 500, que fechou o dia a subir 0,40% para 4.337,44 pontos, e do Dow Jones, com ganhos de 0,13% para 34.006,88 pontos.
O índice industrial cai 0,14% para 33.916,15 pontos, seguido do S&P 500, que recua 0,04% para 4.318,130 pontos, e do Nasdaq, que desvaloriza ligeiramente 0,02% para 13.209,74 pontos.
O crescimento projetado para 2023 e 2024 e a contenção da taxa de desemprego levam a Reserva Federal a manter o foco nas altas taxas do preço do dinheiro. Entretanto, o controlo da inflação só chega em 2026.
A Reserva Federal norte-americana manteve inalteradas as taxas de juro mas sinalizou uma nova revisão em alta. Aparentemente, o BCE, bom aluno, não quer ficar atrás.
Os mercados acreditam firmemente no pico dos juros nos EUA e, com menos intensidade, na zona euro, mas o risco de uma segunda vaga da inflação dificulta o trabalho dos bancos centrais. Caso se confirme a pausa nos EUA, BCE fica com mais margem para não subir taxas em novembro.
O S&P 500 ganhava 0,07% para 4.453,53 pontos, o Dow Jones subia 0,02% para 34.624,30 pontos e o Nasdaq avançava 0,01% para 13.710,24 pontos aquando do fecho da negociação desta segunda-feira.
O S&P 500 cai 0,14% para 4.443,88 pontos, enquanto o Nasdaq recua 0,17% para 4.443,88 pontos; por outro lado, o Dow Jones segue o lado dos ganhos com uma valorização de 0,07% para 34.641,36 pontos.
O banco central norte-americano tem reforçado o compromisso com a baixa da inflação, garantindo que tudo fará para retornar a valores mais próximos do objetivo de 2%. Agosto deve trazer nova subida do indicador, pressionado por efeitos base e pelo disparo dos combustíveis.
"chegou o tempo de os latinos serem levados a sério como uma parte essencial da família americana e económica", referiu o senador democrata Bob Menendez. Para além de Kugler, o Senado confirmou também a integração de Philip Jefferson e a reeleição de Lisa Cook no board da Fed.
Os EUA caminham para registar o quarto mais elevado défice orçamental da sua história, depois dos de 2020 e 2021, por causa do Covid, e do de 2009, quando da crise financeira.
Os investidores reagem à publicação do "Livro Bege" da Reserva Federal norte-americana, que menciona esta quarta-feira que a economia dos Estados Unidos cresceu de forma modesta nas últimas semanas. Os três principais índices de Nova Iorque encerram no encarnado.