Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
A maior gestora de ativos do mundo rejeita cortes no primeiro trimestre. A acontecer, só mais tarde em 2024, e a um ritmo mais lento do que o descontado pelos mercados.
O índice industrial encerrou a negociação com uma valorização de 0,43% para 36.404,93 pontos, seguido do S&P 500(+0,39%; 4.622,44 pontos) e do Nasdaq (0,20%; 14.432,49 pontos).
O Nasdaq liderou nas perdas, ao recuar 0,84% para 14,185.49 pontos. O S&P 500 terminou o dia a cair 0,54% para 4,569.78 pontos e o Dow Jones recuava 0,11% para 36,204.44 pontos aquando do fecho da negociação.
O Dow Jones desvaloriza 0,24% para 36.158,46 pontos, o S&P 500 cai 0,58% para 4.568,13 pontos e o tecnológico Nasdaq recua 0,99% para 14.163,65 pontos no início da primeira sessão da semana-
O Dow Jones avança 0,12% para 35.314,92 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq cai 0,23% para 14.232,59 pontos e o S&P 500 perde 0,03% para 4.559,78 pontos.
As actas da FOMC do mês passado não deram qualquer indicação de que os membros tenham sequer discutido quando poderão começar a reduzir as taxas de juros.
Os mercados antecipam que a Fed tenha terminado o ciclo de subida das taxas de juro, com o abrandamento da inflação e o arrefecimento do mercado laboral, por isso a rentabilidade da dívida do Tesouro norte-americano a 10 anos tem vindo recuar para 4,5%, quando em meados de outubro estava em 5%.
O tecnológico Nasdaq, o índice que mais perde, recua 0,20% para 14,085.22 pontos, seguido do S&P 500, que desvaloriza 0,08% para 14,085.22 pontos, e do Dow Jones, que cai 0,07% para 34,919.98 pontos.
Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average progrediu 0,16%, ao passo que o tecnológico Nasdaq recuou 0,22% e o alargado S&P500 baixou 0,08%.
O índice tecnológico terminou a sessão com ganhos de 2,05% para 13.798,11 pontos, seguido do S&P 500 e do Dow Jones, que avançavam 1,56% para 4.415,24 pontos e 1,15% para 34.283,10 pontos, respetivamente, aquando do fecho da negociação.
Pela primeira vez em 15 anos, as taxas Euribor a 12 meses estão mais baixas do que as de seis meses, i.e., os investidores estão a descontar que o BCE inicie a redução dos juros a partir de julho.
A consultora norte-americana diz que a economia global comportou-se bem melhor que as previsões, e que o próximo ano pode ser o da normalização. E o do regresso dos ganhos nos mercados de especulação.
O Nasdaq fechou o dia a ganhar 0,30% para 13.518,78 pontos, seguido do S&P 500, a avançar 0,18% para 4.365,98, e do Dow Jones, a subir 0,10% para 34.095,86 pontos.
"O nosso mandato é garantir a estabilidade de preços", recorda a presidente do Banco Central Europeu em entrevista a jornal grego - numa altura em que muitos economistas chamam a atenção para os 'efeitos colaterais' que se avizinham.
Somando as incertezas da situação na Ucrânia e no Médio Oriente, Powell e Cia. ficam sem saber para onde se virar. Portanto, a Fed dirá “passo”, como fez o BCE e vai fazer o Banco de Inglaterra.
O tecnológico Nasdaq sobe 1,25% para 13.224,63 pontos, destacando-se entre os seus pares, seguido do S&P 500, que avança 1,14% para 4.286,14 pontos, e do Dow Jones, que regista ganhos de 0,78% para 33.535,09 euros.