Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
BCE e Fed devem "evitar cortar muito cedo ou muito rápido", avisou a diretora-geral do Fundo, perante os riscos de uma nova subida da inflação. BCE reúne-se esta semana pela segunda vez este ano.
A começar a semana, o Banco de Portugal divulga números do crédito à habitação em janeiro. Nos dias seguintes, é a vez de Mota-Engil, NOS, Jerónimo Martins e REN apresentarem os resultados financeiros referentes ao ano passado.
É muito importante os investidores posicionarem-se para o próximo ciclo de descida dos juros até 2026. Tal como é importante explicar, desde a primária, o que é o custo de oportunidade, o efeito tempo, efeito acumulação e fiscalidade.
A expectativa é de que o índice de preços com gastos pessoais de consumo (PCE), o indicador de inflação preferencial da Fed para analisar a variação da inflação, mostre que os preços subiram 0,3% em janeiro.
A Reserva Federal norte-americana não irá reduzir as taxas de juro até ter a certeza de que a inflação irá cair "de forma sustentável" em direção ao objetivo de 2%, segundo a ata da reunião de janeiro publicada hoje.
Por outro lado, o industrial Dow Jones terminou a negociação desta segunda-feira a valorizar 0,33% para 38.797,38 pontos, em vésperas da divulgação de novos números da inflação, que poderão influenciar a política da Reserva Federal norte-americana (Fed).
A preocupação da UE em relação à Ucrânia é crescente. Do lado dos EUA, há uma vontade cada vez menor em sustentar o esforço de guerra. Não admira que a perspetiva de um dólar mais fraco este ano já esteja a ser revista.
Nesta sessão, os investidores descontaram as declarações do presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell, que insistiu este fim de semana que haverá menos cortes nas taxas do que aquilo que o mercado desconta.
Ao contrário do que chegaram a antecipar os investidores, a reunião desta quarta-feira da Reserva Federal deu indicações de que, em princípio, não haverá qualquer variação das taxas no último mês do trimestre.
É prematuro para a Fed considere realizar uma mudança na sua política monetária e “não esperamos qualquer anúncio de corte nos juros na sua próxima reunião”, refere uma análise da Allianz Global Investors.
Os investidores aguardam os resultados, na terça-feira, da Alphabet, Pfizer, DXC Technology, Microsoft e Starbucks (EUA) e, na quarta-feira, da Mastercard e Boeing.
Algumas evidências de que há movimentos inflacionistas globais - outra vez o Mar Vermelho - aconselham a uma renovada ponderação em termos de diminuição das taxas de juro. Talvez para para junho, diz a Schoders.
"A comunicação de que a economia norte-americana terá crescido a uma taxa anualizada de 3,3% no 4.trimestre de 2023, muito acima do esperado (2%) reforça o otimismo dos investidores, com consumo pessoal forte", é destacado na nota diária de mercados do Millennium Investment Banking.
Em dezembro o movimento no Suez caiu 50% e o FMI estima um impacto de quase 0,7 pontos na inflação para uma duplicação do custo dos fretes. Daí a importância de manter o Mar Vermelho aberto.
Falcões não querem ouvir falar de cortes, mas o governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, está a liderar a fação de pombas do BCE que querem colocar a discussão em cima da mesa nos próximos meses. Lagarde veio colocar água na fervura.
A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) realiza três leilões das linhas de Bilhetes do Tesouro (BT). Do outro lado do Atlântico, as atenções estão postas no Livro Bege da Fed.