Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
À cautela, os congressistas democratas estão a pedir a Biden que se mostre mais comedido na apreciação da economia e mais preocupado com os aumentos dos preços.
"Acho que a política monetária é restritiva e está a trazer um melhor equilíbrio à economia. Em algum momento, as taxas de juro nos EUA acabarão por precisar de descer", apontou John Williams, presidente distrital da Reserva Federal de Nova Iorque.
Os sinais vindos do mercado laboral e da atividade económica nos EUA, que permanecem fortes, levam o banco de investimento a projetar um arranque das descidas de juros para setembro, por oposição à anterior expectativa de julho.
A semana começa com duas importantes praças financeiras encerradas: Wall Street e a bolsa do Reino Unido. Banco de Portugal publica amanhã o relatório de estabilidade financeira. A estimativa rápida da inflação em maio e o PIB do primeiro trimestre serão conhecidos no final da semana.
Impacto dos concertos da cantora foi tão significativo no Estado da Pensilvânia que mereceu destaque nos relatórios da Fed. Receita obtida nestes três dias permitiu “uma reanimação cardiopulmonar da lenta recuperação do turismo na região”, explica a Reserva Federal.
"Os participantes observaram que, embora a inflação tenha diminuído durante o ano passado, faltaram novos progressos em direção à meta de 2% do Comité nos últimos meses. Dados mensais recentes mostraram aumentos significativos nos componentes da inflação de preços de bens e serviços", destaca a ata.
Depois dos dados da inflação terem sido positivos, os investidores já ganharam vontade de investirem no mercado, uma vez que a economia começa a mostrar sinais de recuperação.
Os investidores reagem, assim, com otimismo aos números da inflação em abril - que desacelerou pela primeira vez desde janeiro -, que dão margem para acreditar em cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal norte-americana (Fed).
O BCP apresenta apresenta os números do primeiro trimestre, após o fecho do mercado. No ano passado, o banco liderado por Miguel Maya reportou resultados históricos, com lucros consolidados de 856 milhões de euros. Lá fora, o Eurostat divulga o PIB da Zona Euro nos primeiros três meses ano.
Se Trump vencer, Powell já não terá as mãos livres. Diz o “Wall Street Journal” que ele tem gente a preparar legislação a limitar a independência do banco central americano.
As taxas diretoras mantêm-se em máximos de 23 anos na maior economia do mundo face a um crescimento que continua forte a uma pressão nos preços que insiste em não dar tréguas, levando o mercado a rever em forte baixa as expectativas quanto à normalização da política monetária.
O Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC) anuncia esta quarta-feira mais uma decisão sobre a taxa de juro, não sendo esperada qualquer alteração quanto ao intervalo 5,25%-5,5% atual.
A nível mensal, os índices de Nova Iorque terminaram abril com perdas, o primeiro mês negativo desde outubro devido à expectativa de “taxas mais altas durante mais tempo”.
Portugal conhece os números da inflação em abril. No plano europeu, o Eurostat divulga o PIB do quarto trimestre. Dia pleno da 'earnings season' com números de mais de uma dezena de empresas. Em Portugal, a Galp apresenta os resultados referentes o primeiro trimestre, enquanto a Teixeira Duarte e a Inapa dão a conhecer os números do ano passado.
De destacar as declarações do primeiro-ministro chinês, Li Qiang, sobre o desempenho da Tesla. No domingo, o governante chinês disse a Musk que a presença da empresa norte-americana no país é um "exemplo de sucesso da cooperação económica e comercial".
O Banco de Portugal divulga os números da dívida direta do Estado em março na segunda-feira, o primeiro dia de uma semana marcada por uma sério de apresentação de resultados de empresas nacionais e estrangeiras.
Há sempre um 'mas'. Os países desenvolvidos não estão todos alinhados no mesmo ponto do combate à inflação e isso pode colocar em causa uma saída controlada da crise e uma 'aterragem suave', destaca relatório da consultora Abrdn.
A consultora Schroders antecipa como cada vez mais improvável um corte nas taxas de juro patrocinado pela Fed este ano – quanto mais no final do semestre! Más notícias para o consumo e para o investimento.
"Os principais índices de ações de Wall Street arrancam em alta, motivados pelo alívio das yields de dívida soberana", destaca a nota diária de análise do Millennium Investment Banking.
Responsável da Schroders acredita que o BCE vai começar a cortar antes da Reserva Federal e avisa que, no futuro, as taxas de juro vão manter-se mais altas durante mais tempo. Mas as descidas podem não durar muito: no final de 2025 pode haver já novo aumento, avisa Remi Olu-Pitan.