Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
A Fed mudou o 'chip' e a bitcoin conseguiu aquilo que queria: aumentar o seu valor. A criptomoeda está a valorizar perto de 5% nos 62 mil dólares, enquanto a ethereum sobe 6%.
O governador do Banco de Portugal aplaude a descida das taxas nos EUA e quer uma decisão rápida e no mesmo sentido na União Europeia. A inflação está controlada e agora é preciso impulsionar o investimento privado, afirma em entrevista ao “Politico”.
Apesar de o corte raro das taxas ter sido inicialmente bem recebido pelos investidores, acabou por suscitar preocupações de que a Reserva Federal estivesse antecipar uma potencial situação de fragilidade económica.
Em causa está a primeira redução dos juros diretores norte-americanos desde 2020. Apesar de os 50 pontos base terem correspondido às expectativas do mercado, a convicção dos analistas era de apenas 25 pontos.
Aquele que parece ser um ciclo de dinheiro mais barato tem o potencial de devolver liquidez ao mercado e fazer com que os ativos de risco se tornem mais apetecíveis aos olhos dos investidores com um perfil mais conservador. Os investidores em bitcoin e outras criptomoedas estão otimistas.
Larga maioria das cotadas nacionais negoceia em queda na primeira da sessão da semana. Em contracorrente encontram-se apenas a Mota-Engil, a Altri, a Jerónimo Martins e a NOS.
O foco está virado esta semana para a reunião de política monetária da Reserva Federal dos EUA, numa altura em que o mercado espera que avance com um corte dos juros. Reino Unido, Brasil e Japão também decidem rumo das taxas nos próximos dias.
"Se os números dececionarem o mercado, a porta fica aberta para uma correção mais pronunciada nas ações", avisam os analistas da consultora BA&N. Política monetária da Fed também poderá ser influenciada por este indicador.
Que alterações estruturais, na economia em geral e no mercado de trabalho em particular, resultarão da combinação de salários baixos e lucros altos é a pergunta que ainda está por responder.
Governador português falou hoje em Jackson Hole e defende que a consequente reunião de outubro vai ser "engraçada". Aterragem suave da economia? "Não crescemos", disparou Centeno.
É o cenário de recessão nos EUA provável? A Goldman Sachs dá-lhe 41% de probabilidade, a Morgan Stanley 31% e a 'pool' de economistas consultada pela Bloomberg 30%.
No geral, o mercado espera que haverá três cortes nas taxas diretoras de 25 pontos base este ano, com o primeiro a ocorrer na reunião de setembro do organismo regulador norte-americano.
O discurso de Jerome Powell será o ponto alto do simpósio anual do banco central no Wyoming, com os investidores e analistas focados em qualquer sinal quanto à magnitude das descidas esperadas dos juros até final do ano. Mercado divide-se entre 75 e 100 pontos de descidas nas próximas três reuniões.
"Uma vasta maioria" dos responsáveis de política monetária nos EUA “considerou apropriado, se os dados continuarem a sair como esperado, começar a aliviar a política na próxima reunião”, a realizar em setembro, mostram as atas do encontro de julho divulgadas esta quarta-feira.
Os investidores estão à espera de Jerome Powell e poucos se vão mexer até que ele fale, no âmbito do simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole, esta sexta-feira.
A redução do diferencial de juros entre os dois países pode ditar o fim da estratégia de investimento, conhecida por “carry-trade”, popularizada pelas donas de casa japonesas.
Os mercados financeiros iniciaram a semana em sobressalto. A explicação reside em aspetos fundamentais, mas também técnicos, ligados à forma de funcionamento dos mercados.
No mundo globalizado em que vivemos, aquilo que acontece em Nova Iorque, em Londres ou em Tóquio pode ter consequências em toda a parte. E diria que a Madeira pode retirar três lições desta tempestade nos mercados.