Autor: Filipe Alves

Os lucros da banca em tempos de vacas gordas

O tempo dirá se o esforço que os bancos têm feito no sentido de uma maior eficiência será suficiente, tendo em conta fatores como a concorrência de novos 'players' digitais, ou se o caminho para a banca terá de passar por M&A que dê origem a bancos mais competitivos e capazes de cumprir a missão de financiar a economia.
Filipe Alves2 Ago
Os lucros da banca em tempos de vacas gordas

Inapa: morta por omissão?

Se o Estado não tem vocação para ser acionista, porque se manteve até hoje no capital, recusando todos os pedidos de capitalização que vinham a ser feitos desde 2020?
Filipe Alves26 Jul
Inapa: morta por omissão?

Devolver a racionalidade às telecom

A Altice Portugal não é a única operadora nacional que está numa encruzilhada e em vias de ser vendida. Talvez esta seja a oportunidade para reconstruir o sector das telecom de acordo com linhas mais racionais.
Filipe Alves19 Jul
Devolver a racionalidade às telecom

A ética compensa?

Creio que a resposta, a existir, dependerá daquilo que cada um de nós quer para a sua vida e do significado, que é sempre relativo, que atribuímos à palavra felicidade.
Filipe Alves12 Jul
A ética compensa?

A ética no caso do “pistolão”

Os dados oficiais apontam para dois factos: as gémeas tinham direito à cidadania, tendo-a obtido no prazo normal. E não há provas de que outras crianças tenham sido prejudicadas. Mas o que verdadeiramente devíamos estar a discutir é por que razão uma mãe e um pai desesperados sentem necessidade de recorrer a um “pistolão” para que o SNS salve as suas filhas.
Filipe Alves28 Jun
A ética no caso do “pistolão”

O jogo de sombras da ambiguidade estratégica

O cenário de uma guerra entre a NATO e a Rússia deixou de pertencer ao domínio do futurismo distópico. Sucedem-se os alertas nesse sentido, embora se possa admitir que muitas dessas declarações não passam de 'bluff' e visam criar a chamada ambiguidade estratégica, para gerar dúvidas.
Filipe Alves21 Jun
O jogo de sombras da ambiguidade estratégica

Combater a raiz dos extremismos

Não é a primeira vez que a Europa enfrenta este tipo de desafios e há lições a aprender com o passado. O populismo e o extremismo só poderão ser derrotados se os problemas que lhes deram origem forem resolvidos.
Filipe Alves14 Jun
Combater a raiz dos extremismos

Cantas bem, mas será que convences?

Entre a espada e a parede, o Governo está disposto a correr riscos mais ou menos calculados, aumentando a despesa por um lado, enquanto corta nos impostos por outro. Faz isso porque acredita que cortar nos impostos fará a economia crescer, permitindo gerar mais receita fiscal no futuro e compensar o aumento da despesa em algumas áreas. É uma jogada de alto risco.
Filipe Alves24 Mai
Cantas bem, mas será que convences?

Ucrânia: não existem soluções perfeitas

Qualquer que seja o desfecho do conflito, é evidente que o “dividendo de paz” de que usufruímos nas últimas décadas deixou de existir e que teremos de aumentar o investimento na defesa. O que vai obrigar a escolhas muito difíceis.
Filipe Alves17 Mai
Ucrânia: não existem soluções perfeitas

O país que fica(va?) bem no Excel

Um governo manda uma empresa pública pagar um dividendo extraordinário, para poder fazer um brilharete com os números da dívida, mas o presidente resiste às ordens da tutela. A solução? Prometer à gestão da empresa que no ano seguinte será realizado um aumento de capital no mesmo valor. Cosmética financeira? Não, estúpido, são as "contas certas"!
Filipe Alves10 Mai
O país que fica(va?) bem no Excel

Marcelo e a escravatura

O pagamento de reparações, por Portugal, só fará sentido se realmente beneficiar os descendentes comprovados das pessoas escravizadas, com valores simultaneamente justos e realistas, o que será muito difícil de conseguir. Mas, sobretudo, só fará sentido se feito em conjunto com o Brasil, que era o outro pilar do antigo império luso, o que também não será fácil.
Filipe Alves26 Abr
Marcelo e a escravatura

O regresso de Passos não será um passeio no parque

O PSD de Montenegro está a ocupar o centro e, se sobreviver, poderá tornar-se o partido charneira da democracia portuguesa, uma posição que durante anos foi ocupada pelo PS. Valerá a pena deitar fora essa posição e correr o risco de regressar à situação de 2015, quando a direita venceu as eleições com 40% dos votos mas não foi capaz de governar?
Filipe Alves19 Abr
O regresso de Passos não será um passeio no parque