A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
O PE, único orgão comunitário eleito por sufrágio directo, devia assumir, em seu entender, um papel central no processo de decisão. E a Europa teria de afirmar-se pelos valores que lhe deram forma.
A legislação agora adotada deve ser o princípio de uma estratégia que tenha como objetivo construir para Portugal a reputação de que se trata um país ‘film-friendly’.
Ao ocidente cabe refazer as alianças antigas e chamar para o bom combate aqueles que se bandearam para o lado do autoritarismo. A Espanha cabe entender que a questão da Catalunha tem forçosamente de ter uma solução política e não judicial.
A ideologia de género é um dos braços armados do processo de desconstrução social em marcha na Europa, ao passo que no Brasil a prisão e morte política de Lula é o apagar da última esperança de um líder carismático e de sucesso para a esquerda.
Para maximizar a oportunidade que temos em mãos, em particular junto dos turistas chineses, não podemos viver só das condições que criaram essa oportunidade. É preciso trabalhar o consumidor além dos seus desejos iniciais.
Impõe-se retirar a totalidade do poder às tecnologias e voltar a dar o controlo às equipas criativas. As primeiras devem servir as segundas e não o contrário.
Apesar dos inúmeros casos conhecidos, dos seus protagonistas, das mentiras evidentes, da manipulação, até hoje não há um único participante do grande saque a cumprir pena pelo acto.
Os dados publicados pela Direção Geral do Orçamento confirmam uma apetência dos governos Socialistas por impostos indiretos, aproveitando-se da “anestesia fiscal” dos contribuintes.
Com o resultado de 2017, o Fundo de Resolução terá de injetar no Novo Banco 792 milhões de euros. Não sou a favor de nacionalizações, mas isto não são vendas. Muito menos boa gestão.
O improviso de última hora tem de dar lugar ao planeamento, rigor e profissionalismo. O Regulamento Geral de Proteção de Dados ajudou-nos também a trilhar esse caminho.
Porque se meteu a UE numa questão de um país que foi sempre pouco colaborante e se prepara agora para sair? Até porque nada está provado, o que lembra as armas químicas não existentes que justificaram o ataque ao Iraque…
Dividendos é bem mais do que remuneração efetiva do investidor e influencia a decisão de investimento por incluir informação decisiva, afetar a perceção do risco e condicionar a liquidez do investimento.
Mais do que artificial, a nova inteligência tem de ser analítica, célere e com resposta pronta para as marcas que tanto anseiam por chegar ao consumidor certo, no momento certo.