A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
Só há uma saída. Mudanças estruturais de fundo na Europa que sirvam as populações dos diferentes países, a começar pela Zona Euro, o que implica um BCE a sério.
Daqui por seis anos, e se vencer no próximo domingo, Vladimir Putin pode muito bem mudar as leis russas para se manter no poder. O mundo, que está a arder por todo o lado, é a sua melhor desculpa.
É preciso mudar mentalidades e formas de estar: na vida, nas empresas, na sociedade. É tempo de pensarmos nos outros, de desviarmos o olhar do telemóvel e de vermos o mundo.
Nas Agências de Meios, planear televisão passou de um processo de eleição dos melhores canais e momentos para impactar um determinado alvo, para ser um processo holístico, em que TV e Digital se interpenetram.
O abade Dominique Bouhours, defendia que, na gramática, “quando os dois géneros se encontram, o mais nobre deve prevalecer”, entendendo ser ele o mais nobre o masculino, evidentemente.
Há movimentos que nos interpelam, e perante os quais nenhum de nós poderá assumir a postura cobarde e confortável de que toda a política e todos os políticos são iguais.
Este dia também deve ser entendido como sinónimo de deveres para os consumidores, nomeadamente o dever de estar informado e atento para exigir mais e melhor.
Com tanta trapalhada, o recém-eleito chefe do PSD não tem tempo para fazer oposição. Dava-lhe jeito saltar as eleições de 2019 e só aparecer em 2023. Pode é não chegar lá. Nem nós.
Os tempos recomendam a multilateralidade e a colaboração entre países com interesses e adversários comuns, não o “esplêndido isolamento” de eras passadas.
Lisboa está na moda, mas o crescimento atual é sustentado e sustentável, dado que as fontes da procura são hoje muito mais diversificadas e a dinâmica não é apenas conjuntural.
A terceira maior economia da zona euro está mergulhada numa profunda crise de governação e sem uma postura convergente em matéria de política europeia.
É preciso que a qualificação de todos seja pensada de forma estruturada, pelo menos a médio prazo. E há que envolver todos na construção do nosso maior legado de sempre: o conhecimento.
Numa altura em que os extremismos pululam aqui e ali, e em que o descrédito na capacidade representativa da UE segue ao mesmo ritmo, parece-me inteligente pensar o futuro com quem será futuro.
Como garantir que uma marca vê os seus valores respeitados em culturas globais e, ao mesmo tempo, tão locais? E como lidar com tudo isso num mundo onde a comunicação é fragmentada através de diversos canais?
No vocabulário urbano, um ‘pizza stalker’ é uma pessoa que come tanta vez pizza que as encomenda em sítios diferentes, para não se notar. Neste caso notou-se…
As sucessivas manifestações de vitalidade populista não indiciariam antes que os partidos habituados à sala e aos corredores do Poder estavam a perder contacto com a realidade?