A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
Importa olhar para os contextos nacionais e regionais aquando da definição e implementação de políticas de inovação. O que resulta bem na Alemanha pode não resultar bem por cá.
Há que assumir que somos porreiros. Proponho assim um grande esforço nacional para promover o uso internacional desta palavra portuguesa. Mais que um adjetivo é um conceito cultural.
Acérrima defensora da redução da carga fiscal, julgo que a alteração implica a revisão global da estrutura de impostos aplicada às empresas, centrada no valor acrescentado bruto e, aproveite-se, uniforme entre estados membros da UE.
Ficamos a saber que existe uma “nova” AdC, cujas orientações se estendem também às funções de “angariador de investimentos” e de ostracização dos agentes económicos.
Com o email ameaçador enviado pela AT, o Estado português age de forma ridícula, contraproducente e ilegal, só para os seus chefes políticos poderem fazer propaganda.
Pedro Passos Coelho decidiu abandonar o Parlamento, não bater à porta de empresas privadas, não se insinuar junto de organismos públicos ou de organizações internacionais.
Numa era de grande viragem para a extrema-direita na Europa, e com muita apreensão e pouca barragem desta situação a não ser arranjinhos políticos, recordar um certo decreto é um dever de cidadania.
O envelhecimento não é um problema de resolução fácil, nem rápida. Não é um problema apenas de Portugal, mas é um problema que todos, sem exceção, temos de nos empenhar em resolver.
No ano passado, em Portugal, o número de mulheres designadas pelo Governo para cargos superiores na Administração Pública ultrapassou o dos homens. Pela primeira vez.
As contrariedades do Sporting foram equivalentes às do FC Porto, ambas as equipas com indisponíveis importantes. Sérgio Conceição não teve Ricardo Pereira, Danilo, Soares e meio Aboubakar. Jorge Jesus não contou com Piccini, Gélson e Bas Dost. A diferença esteve nas alternativas