A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
Admitir que os independentistas não são presos políticos mas também não são presos comuns, poderia abrir caminho a uma solução política e ao fim do impasse.
O atual governo sul-africano deve aproveitar a estabilidade política, as boas instituições e a sua população jovem e dinâmica para modernizar os setores onde o país tem vantagens comparativas.
A História da Europa e do Ocidente ganhou um novo símbolo, que, na luta contra o terrorismo islâmico, ofereceu o que de mais precioso e mais valioso possuía, a sua própria vida, para salvar a vida de um refém.
Quanto mais cedo o estudante for exposto à investigação científica, melhor é para ele e melhor para o país. O investimento na investigação tem, pois, um caráter urgente.
O silêncio do sempre estridente Bloco. A inatividade dos sempre pressurosos ativistas. O assobiar para o lado das consciências do regime. Tudo isto nos diz de quanto vale tudo quanto pregam.
A maior parte da população não conhece as dificuldades de quem trabalha nas universidades portuguesas e do quão difícil é ser “estudante para sempre”. Esse desconhecimento tem que acabar.
Não se pode ser um defensor intransigente do quadro económico europeu nas deslocações a Bruxelas, enquanto em Lisboa se cede à tentação do regresso a receitas do passado.
O urso terá sido escolhido pelo Ocidente por ser um ‘bully’ que vive no meio da floresta, o que cai como uma luva aos russos em geral e a Putin em particular.
Não é a droga, não é a corrupção, ambas muito mais consequência do que causa, mas a desigualdade naturalizada, e que não cede a nada, que está a zangar este país numa espiral de violência assassina.
Urge discutir os novos instrumentos para financiar o Orçamento da UE e colmatar a perda de recursos com a saída do Reino Unido, bem como o possível aumento das despesas decorrente das novas exigências.
A Big Data é hoje a maior arma de destruição massiva nas mãos de indivíduos com más intenções. E o contrapoder exercido pelos media, e/ou pela voz do cidadão, é ineficaz.
O BdP deveria, antes de mais, preocupar-se em encontrar mecanismos, formatos e/ou veículos que permitam um aumento exponencial da literacia financeira entre os portugueses.
Num momento em que a procissão ainda vai no adro, Rio está já consciente de que terá de aguentar as pressões internas de um partido desunido, sem uma liderança congregadora, incapaz de falar a uma só voz.
Num país onde a lei impere, “safa-se” quem presta algum bem aos seus pares. Num país como Portugal, “safa-se” quem, pela sorte ou falta de escrúpulos, consegue traficar eficazmente a influência de que goza.
Investir no desenvolvimento do potencial humano, através do investimento no desenvolvimento das crianças, aumenta a produtividade e a eficiência económica.