Autor: Raul de Almeida, Politólogo

‘Libertad’

O PP fez exactamente o que um grande partido de oposição deve fazer. Escolheu um caminho exigente e coerente, propondo uma alternativa séria para Espanha. Acima de tudo, face a uma decadência ética sem precedentes.
‘Libertad’

Os donos do 25 de Abril

O 25 de Abril, independentemente dos projectos de quem o fez, é um extraordinário momento de libertação e emancipação. O povo manso, cabisbaixo e caladinho, deu lugar ao povo unido que jamais seria vencido. Quem inventou o slogan, claramente não estava a sério, mas o Povo levou a coisa à letra.
Os donos do 25 de Abril

Os Combatentes do Ultramar

Portugal tem uma dívida de gratidão com todos os combatentes sua longa história. De Ourique ao Ultramar, a História e as diferentes dimensões de Portugal foram sempre garantidas por combatentes valorosos.
Os Combatentes do Ultramar

Defender Portugal e felicitar o PCP

É importante este sinal de coesão e unidade de Marcelo Rebelo de Sousa, e é importante que Ramalho Eanes e António Costa tenham decidido falar em defesa de Portugal e da sua História, antes que os censores e os divisionistas fossem longe demais.
Defender Portugal e felicitar o PCP

A entropia dos extremos

Como em tudo, há quem não tenha a temperança de esperar pelo triunfo da razão e do bom senso, há quem ache que os desequilíbrios só se corrigem com desequilíbrios de opostos. Ora, as grandes questões resolvem-se entre homens dignos e de bom senso.
A entropia dos extremos

Pensar e agir

Não tendo aversão ao Estado, o que me preocupa é a má gestão do dinheiro que lhe confio, não o montante em si. O que mina o sistema é a opacidade, tornando-o cada vez mais vulnerável ao oportunismo de quem o quer abater.
Pensar e agir

A direita ganhadora

A história diz-nos que só com um PSD forte e um CDS simultaneamente forte, se reforma o país. Como ponto de partida, é preciso que cada um saiba primeiro onde está, só depois se poderá pensar em estar à altura da missão.
A direita ganhadora

A recusa do caos

Só a perspectiva concreta de uma ideia de normalidade alcançável nos poderá resgatar da normalização do impensável, da contemporização com as aberrações que se têm afirmado. Vale a pena pensar nisto.
A recusa do caos

Vade retro 2020!

O que impressiona em 2020, é a quase completa subjugação deste tempo a uma pandemia. Se nos perguntarmos quais o melhor e o pior acontecimentos de 2020, seguramente diremos a Covid-19 e a descoberta da vacina para a Covid-19.
Vade retro 2020!

A nossa assustadora aridez

A aridez de pensamento estruturado sobre Portugal e a Portugalidade é absolutamente assustadora. A forma como repelimos a cultura e a intelectualidade do espaço público, desvalorizando-as, condena-as e condena-nos.
A nossa assustadora aridez

O caso açoriano

Faria sentido o PSD prescindir do exercício do poder e da prerrogativa de acordos de apoio parlamentar, para permitir ao PS fazer exactamente o mesmo à esquerda?
O caso açoriano

A Europa em guerra

Se queremos continuar a acolher povos de todas as culturas, teremos de explicar muito claramente que o nosso respeito por diferentes culturas nunca poderá passar pela subalternização da nossa.
A Europa em guerra

O ódio

Para muitos, a resposta racional, estruturada e responsável da direita do sistema não estava a ter ganhos concretos; havia que berrar muito e bem alto. Ventura apareceu disposto a tudo, em troca de apoio e fidelidade total.
O ódio

O Francisco

Este Francisco, o nosso Francisco, o menino d’oiro dos Pais, teria tido 19 anos bem preenchidos, cheios de sentido, se tivesse sido apenas o jovem atento, delicado e dedicado, o aluno brilhante e responsável que conhecemos.
O Francisco