Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
“António Costa encontra António Oliveira Salazar, em quê? No congelamento e limitações de rendas, a infeliz solução que destruiu o centro das cidades portuguesas – herança do tempo da ‘outra senhora’ - reavivada por António Costa com novas limitações de rendas”, acusou António Leitão Amaro.
André Ventura desafiou hoje o PSD a juntar assinaturas às do Chega para ser possível avançar com um pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade sucessiva de normas do diploma que alterou a lei da droga.
O líder do PS/Açores, Vasco Cordeiro, afirmou hoje que o novo programa de incentivo à imprensa privada nos Açores é uma "grotesca, perversa e mal disfarçada tentativa do Governo Regional de controlar a comunicação social".
O antigo líder do CDS-PP Paulo Portas defendeu esta terça-feira que a prioridade do espaço não socialista deve ser construir uma alternativa para suceder ao primeiro-ministro António Costa e não procurar um sucessor para o Presidente da República. O antigo vice-primeiro-ministro foi ontem o orador convidado do jantar-conferência da Universidade de Verão do PSD e, […]
Marques Mendes admitiu uma candidatura presidencial “se houver utilidade para o país” e “um mínimo de condições para avançar”, rejeitando ter qualquer decisão neste momento ou acordo com o líder social-democrata.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Veja a entrevista a Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira.
"Por quantos mais anos pretende o MP continuar a investigar? Outros sete anos sem que os visados possam controlar a legalidade dos seus atos? Outros sete anos a divulgar o processo na comunicação social enquanto se nega o acesso aos mesmos pelos visados?", questionou.
Numa nota enviada à agência Lusa, os dois deputados, da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional, afirmam que a visita decorre no âmbito da plataforma "United for Ukraine", por ocasião do dia da independência daquele país.
“Portugal tem hoje uma asfixia fiscal sobre as pessoas, sobre as famílias, sobre as empresas, que tem repercussões (…). Nós temos impostos em Portugal que têm que baixar já. O Governo tem hoje um excedente em termos de receita fiscal face aquilo, que já era muito, era um recorde, que estava previsto no Orçamento”, afirmou Luis Montenegro.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Veja a entrevista ao advogado Paulo Núncio, sócio da Morais Leitão e especialista em fiscalidade.
Politólogos ouvidos pelo JE defendem que principal desafio do partido não está na viabilidade das propostas, mas na credibilização do líder. Referência a “cristãos novos” foi infeliz, diz João Adelino Maltez.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Veja a entrevista ao advogado Paulo Núncio, sócio da Morais Leitão e especialista em fiscalidade.
OPSD quer alterações no IRS, mas a proposta é feita num ambiente perigoso de inflação elevada e arrisca medidas procíclicas, além de aprofundar um benefício fiscal ao mesmo tempo que os pretende eliminar.
Quando os governos do Velho Continente se mostram preocupados com a subida das taxas de juro por parte do “insensível” BCE, fazem de conta que não sabem que, a longo prazo, a inflação alta é muito mais perniciosa do que os juros elevados.
No dia 9 de Junho só tem três hipóteses: ganhar, ganhar ou ganhar. Se tal não acontecer, o prazo de validade da liderança de Montenegro irá expirar num ápice.
O Portugal real está em luta com o Portugal virtual, que acredita que os portugueses conseguem, com rendimentos baixos, continuar a pagar, e as empresas se fortalecem sem capitalizar os lucros.
Vice-presidente social-democrata vê, nestas propostas, as fundações de reformas mais abrangentes na complexa máquina fiscal portuguesa, mas o foco para já está no IRS.
Não se discute o futuro do país, tal como não se fala de um enorme elefante bem no meio da sala, que é o facto de a economia informal representar actualmente quase 35% do PIB.