“É tempo de parar a guerra contra a Ucrânia. Não é o momento de escalar e alargar esta atitude de agressão aos outros”, disse António Costa, no Luxemburgo.
"Com esta atitude irresponsável, incoerente e mentirosa, acho que o primeiro-ministro tem motivos para afastar João Galamba, mesmo que mantenha a confiança". André Ventura sustenta que Galamba já é um "ativo tóxico" para este Governo e que António Costa já poderá estar a preparar o seu afastamento.
"João Galamba, como como percebemos ao longo de todo o processo, está a afundar-se politicamente. O primeiro-ministro decidiu [manter o ministro das Infraestruturas] significa que o primeiro-ministro está a afundar-se com João Galamba. Estão a afundar-se um ao outro por decisão de ambos", defende Rui Rocha.
O jornal "Expresso" cita uma fonte próxima ao processo para referir que "a falta de alternativa política ao Governo deixou de ser prioridade" nos cálculos do Presidente e que Marcelo está avaliar a dimensão do "pântano" para perceber como fica o "prestígio das instituições" depois das audições desta semana na CPI à gestão da TAP.
O primeiro-ministro, António Costa, reafirmou hoje o compromisso de Portugal com a NATO e antecipou que a cimeira de julho, na Lituânia, será uma oportunidade para os aliados reforçarem a sua unidade na defesa da paz.
O primeiro-ministro manifestou-se hoje preocupado com a decisão contrária à posição portuguesa de as próximas eleições europeias se realizarem entre 06 e 09 de junho de 2024 e adiantou que Portugal vai intensificar o voto em mobilidade.
Lamentavelmente, se se fizessem comissões de inquérito à Efacec, à CP ou a qualquer outra empresa pública, juraria que se descobririam episódios semelhantes aos da TAP. Ao contrário do que disse António Costa, empresas públicas são empresas políticas.
Esta posição assumida por António Costa antes de participar na Cimeira do Conselho da Europa, que hoje começa em Reiquiavique e que se prolonga até quarta-feira, tendo como tema central a questão da guerra da Ucrânia.
O primeiro-ministro elogiou hoje o trabalho de António Vitorino como diretor-geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM), considerando que prestigiou Portugal e que com o português na liderança se prestou melhor serviço do que antes.
O primeiro-ministro pediu e o Presidente da República aceitou o repto: Marcelo Rebelo de Sousa será testemunha de António Costa no processo que opõe o chefe do Governo ao ex-governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. O testemunho será efetuado por escrito.
Num livro editado no ano passado, Carlos Costa acusou António Costa de ter aconselhado o ex-governador a poupar a empresária angolana Isabel dos Santos no caso BPI/BIC. A 16 de novembro do ano passado, Marcelo Rebelo de Sousa reagiu ao caso e negou que tivesse existido qualquer intenção de favorecer Isabel dos Santos neste caso.
O que está ou estaria no computador do adjunto Frederico Pinheiro de tão relevante para permitir a alteração de todas as regras em matéria de segurança?
"Maquiavel para Principiantes", o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do "Jornal Económico", Rui Calafate, pode ser ouvido em plataformas multimédia como Apple Podcasts e Spotify.
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa pode, se quiser, transformar-se no verdadeiro líder da oposição, condicionando, assim, o natural crescimento desta no parlamento ou fora dele.
“Os desafios e as crises vão mudando. Mas os objetivos permanecem os mesmos: assegurar a paz e a prosperidade no nosso continente, sem deixar ninguém para trás”, escreve o primeiro-ministro no Twitter.
Esta posição de António Costa foi transmitida na sua conta na rede social Twitter, depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter promulgado o diploma do Governo sobre recrutamento de pessoal docente, apesar de o chefe de Estado também referir que não foram acolhidas propostas suas nesta matéria.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Ouça a entrevista a Matos Correia, advogado e presidente do Conselho de Jurisdição Nacional dos PSD.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Veja a entrevista a Matos Correia, advogado e presidente do Conselho de Jurisdição Nacional dos PSD.
Confederações empresariais apontam novas eleições como um fator de instabilidade, negativa para a economia. E apelam: Governo, que tem uma maioria, tem de “começar” a governar e fazer “muito melhor”.