“É tempo de parar a guerra contra a Ucrânia. Não é o momento de escalar e alargar esta atitude de agressão aos outros”, disse António Costa, no Luxemburgo.
Marcelo Rebelo de Sousa considera que a utilização da SIS para recuperar um computador com informações privilegiadas põe em causa a credibilidade do Estado, sendo este um serviço que cabe à Polícia Judiciária.
Comentando pela primeira vez o caso que envolve o ministro João Galamba e o seu ex-adjunto, Frederico Pinheiro, António Costa considerou que o que se passou “nem a título de exceção é admissível” e que não é o padrão nem a regra de funcionamento de nenhum Governo.
“Sem boa economia é difícil haver boa política, mas pode haver alguma boa economia e isso não ser suficiente para haver boa política”, destacou o Presidente da República após a visita à inauguração da exposição “Unidos Venceremos! Protesto, Greves e Sindicatos no Marcelismo”, organizada pela Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril de 1974 e pela Ephemera - Associação Cultural
O Presidente da República não se quis alongar em declarações à comunicação social mas admitiu que a conversa que terá com o primeiro-ministro, a propósito do caso que envolve o ministro das Infraestruturas, trata-se de "matéria sensível de relevância nacional".
Luís Montenegro discursou este domingo à noite no jantar do 1.º Maio dos TSD - Trabalhadores Social Democratas, em Algés, Oeiras, recuperando uma ideia que tinha defendido horas antes numa visita à Ovibeja de que “este Governo falhou, este Governo não tem emenda, este Governo acabou”.
"Temos de olhar para a influência e a posição do primeiro-ministro em todo este processo, perante um governo que se desmorona à frente dos portugueses, que está a ser palco de guerras de sucessão entre o próprio primeiro-ministro e os ministros que poderiam suceder-lhes", disse Rui Rocha, líder da Iniciativa Liberal, sobre os mais recentes desenvolvimentos sobre o caso que envolve João Galamba.
“A ação do Serviço de Informações de Segurança (SIS) tem que ser explicada. Porque é que ocorreu, em que contexto ocorreu e, sobretudo, qual o enquadramento legal”, afirmou André Ventura, numa conferência de imprensa realizada na sede do partido em Beja.
Aviso de uma eventual recandidatura a São Bento por parte do primeiro-ministro e secretário-geral do Partido Socialista, em caso da utilização da designada "bomba atómica política", está a ser encarada como uma espécie de condicionamento a Marcelo Rebelo de Sousa, conta o "Expresso" esta sexta-feira.
“Continuamos a diminuir os impostos sobre o trabalho. São mais dois mil milhões de euros de redução de IRS para as famílias portuguesas até 2027”, destacou o primeiro-ministro.
Num discurso de mais de 20 minutos, Lula da Silva considerou uma “coisa extraordinária” as pessoas que pensam diferente estabelecerem regras de convivência pacífica em benefício do seu povo.
O primeiro-ministro português destacou este acordo é "absolutamente estratégico" para Portugal, ao permitir "melhores oportunidades" para aumentar as relações comerciais entre os dois países.
Na intervenção do chefe de Governo português, o primeiro-ministro dirigiu-se a Lula da Silva e enalteceu a "presença muito honrosa de um grande amigo de Portugal, sublinhado que as empresas brasileiras "são muito bem vindas a Portugal" e também para investir no país. Com a mesma convicção, António Costa acredita que as empresas nacionais devem fazer uma aposta "firme" no investimento no Brasil.
Este ato do Presidente do Brasil aconteceu no sábado à tarde, durante a 13º Cimeira Luso Brasileira, que se realizou no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Em entrevista à RTP, transmitida ontem à noite, na qualidade de secretário-geral do PS, António Costa sustentou que este é "um tema que está fora da agenda da vida dos portugueses" e é alimentado pela "bolha mediática e certo mundo político".
No discurso da XIII Cimeira Luso Brasileira, o primeiro-ministro, António Costa, saudou o “virar de página” nas relações bilaterais. Já Lula da Silva, presidente do Brasil, prometeu partilhar oportunidades de crescimento com Portugal.
“Os chefes de Governo enfatizaram o seu compromisso com o direito internacional, a Carta das Nações Unidas e a resolução pacífica de conflitos", pode ler-se na declaração conjunta assinada por Portugal e Brasil no final da XIII Cimeira Luso Brasileira.
A entrega das bandeiras decorre esta sexta-feira, 21 de abril, em S. Bento, culminando a ação “Querem melhorar a educação? Tratem bem os que cá estão!”, que percorreu escolas de todo o país.
O PS é, e continuará a ser, um grande partido se não cair em tentações hegemónicas de poder absoluto ou, num futuro próximo, abandonar a moderação e cair nos braços do extremismo de esquerda.