“É tempo de parar a guerra contra a Ucrânia. Não é o momento de escalar e alargar esta atitude de agressão aos outros”, disse António Costa, no Luxemburgo.
"Maquiavel para Principiantes", o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do "Jornal Económico", Rui Calafate, pode ser ouvido em plataformas multimédia como Apple Podcasts e Spotify.
Perante os deputados socialistas, António Costa apontou que, já na quinta-feira, o Conselho de Ministros aprovará a versão final do “Programa + Habitação”, onde, a par de algumas matérias que podem ser tratadas por via de decreto, há outro conjunto de propostas que vai transitar para a Assembleia da República, já que são competência exclusiva do parlamento.
Após o ataque, que vitimou duas pessoas, o primeiro-ministro expressou solidariedade e pesar à comunidade ismaelita. António Costa saudou ainda a “pronta intervenção da Polícia de Segurança Pública”.
O Presidente da República disse que "houve contactos bilaterais muito, muito intensos e variados", durante os trabalhos da 28.ª Cimeira Ibero-Americana. Já o primeiro-ministro referiu que a expectativa de que na presidência espanhola da União Europeia, no segundo semestre deste ano, seja possível avançar com o acordo com o Mercosul, que qualificou como "o mais importante acordo económico que pode existir".
Sobre as relações com o chefe de Estado, o primeiro-ministro respondeu: "Se mesmo quando não temos pontos de vista coincidentes na política interna a relação pessoal é boa, em matéria de política externa onde as posições são absolutamente coincidentes a relação só podia ser melhor ainda".
O primeiro-ministro admitiu retirar ou acrescentar medidas ao programa de apoio à habitação e referiu que as medidas foram colocadas em debate público precisamente "para ouvir sugestões, para ouvir críticas" antes de se "tomar uma decisão final" em Conselho de Ministros, o que acontecerá em 30 de março.
O Presidente da República disse que o "primeiro-ministro tem uma energia que está à prova, como veem. Portanto, pessoalmente não dá nenhum sinal de estar cansado".
O "El País" nota que as notícias do fim do IVA em produtos básicos e aumento do salário dos trabalhadores da Função Pública chegaram no mesmo dia em que o INE confirmou que o défice se situou em 0,4% do PIB.
O presidente do Governo açoriano referiu que tem vindo a alertar para esta necessidade nas reuniões do Conselho de Estado e no diálogo que mantém com o primeiro-ministro, António Costa.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou esta sexta-feira que as suas relações com o primeiro-ministro, António Costa, "estão exatamente como sempre estiveram", acrescentando são ambos "muito previsíveis" e não vão mudar até 2026.
O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu esta sexta-feira que deve ser "um Presidente interventor", e que a maioria dos portugueses até gostaria que falasse mais, como "garantia em relação à maioria absoluta" do PS.
O chefe de Estado já se encontra desde quarta-feira à noite na capital da República Dominicana, onde na quinta-feira realizou uma visita oficial de um dia, acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.
Até pelo ímpeto, percebe-se que Marcelo Rebelo de Sousa sentiu o alcance das críticas de Cavaco Silva e o acolhimento que elas tiveram na sociedade em geral.
Com a TAP mergulhada em vários episódios de turbulência em que os lucros de 2022 parecem ser a única boa notícia, os media espanhóis fizeram uma análise de como a companhia aérea se transformou num pesadelo para o Governo. "Escândalos da TAP tornaram-se o principal quebra-cabeças de António Costa", pode ler-se na imprensa do país vizinho.
"Este é um momento de grande tristeza para todos aqueles que conheceram o comendador Rui Nabeiro mas também para Campo Maior onde teve um papel extraordinário. É um homem que teve uma grande visão", começou por realçar o chefe do Governo.
O governador do Banco de Portugal disse hoje que os últimos desenvolvimentos na banca europeia dão confiança mas que o banco central está atento aos desenvolvimentos e aos riscos que se colocam aos bancos e a Portugal.
António Costa destacou o “exemplo de cidadania e humildade”, mas também de “responsabilidade social e de paixão pela sua terra”, considerando que o empresário, que hoje morreu aos 91 anos, teve “uma vida em prol da comunidade”.
Em conferência de imprensa conjunta, António Costa, Fernando Medina e Marina Gonçalves deram a conhecer ontem duas medidas temporárias para atenuar os gastos mensais com a habitação de apoio às rendas e juros bonificados nos créditos à habitação, cujo custo total ascende a 460 milhões de euros.