A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
Só é possível restabelecer a confiança no sistema financeiro português se, e só se, ocorrerem cumulativamente: a reparação às vítimas, o ressarcimento ao Estado, a condenação na justiça e a mudança estrutural para evitar novo caso no futuro.
Estudos recentes mostram que já é possível detetar o cancro do pâncreas em pessoas sem sintomas, permitindo diagnósticos mais precoces e tratamentos mais eficazes.
No Dia Mundial do Coração, pense no seu. Fique a saber o que é insuficiência cardíaca, que impacto pode ter na vida diária e como pode ser detetada e tratada.
Numa altura em que a maioria dos estudantes pondera emigrar após concluir os estudos, é urgente criar condições que incentivem a sua permanência no país. E uma razão acrescida para se investir em parcerias estratégicas.
A maioria dos trabalhos premiados em Cannes Lions utilizaram a IA de forma inteligente, como ferramenta de suporte à ideia e para ganho de escala, ou seja, para aumentar a eficiência, não para gerar a ideia criativa em si.
O mercado de capitais israelita mantém-se resiliente, com confiança internacional e forte capacidade de atrair investimento externo, mesmo perante questões reputacionais e o contexto de guerra.
Longe de ser um gesto de aproximação ou de paz, a iniciativa de Macron poderá ter efeitos perversos: reforça dinâmicas de conflito, dificulta negociações futuras, aumenta a pressão sobre áreas cruciais e arrasta a Europa para um papel secundário na região.
A APA tem longo e reconhecido trabalho partilhado com todos os setores e parceiros socias, designadamente no domínio do licenciamento ambiental – uma cooperação que não será interrompida.
O maior risco da IA não é falhar tecnicamente. É falhar estrategicamente. Pilotos isolados, provas de conceito sem continuidade e falta de métricas corroem a confiança das organizações, minam a motivação das equipas e transformam inovação em desperdício.
Não devemos demonizar a proximidade. Portugal precisa de uma política que saia dos gabinetes e entre nas ruas e cafés. Sem esquecer qua a proximidade entre autarcas de freguesia e eleitores pode ser uma força da democracia local – ou um risco de clientelismo.
Um dos aspetos em que as empresas mais falham à hora de fazer contratos de Tecnologias de Informação (TI) é o dos níveis de serviço, habitualmente conhecidos por SLA - Service Level Agreements.
A questão não é se o debate sobre a IA acabou. É se estamos finalmente prontos para ter o debate certo. O verdadeiro desafio reside em aprender a integrar a IA de forma responsável, criativa e sustentável, especialmente em sistemas que nunca foram concebidos para outra inteligência.
O sonho da universidade desaparece quando o orçamento familiar tem de ser gerido mensalmente com muito rigor e cuidado – uma situação em que aceder ao Ensino Superior passa para quarto plano.
A transformação social também se faz através do voluntariado: as aprendizagens, experiências e contacto com outros contextos traz valor para dentro das famílias, escola ou empresas.
Estratégias baseadas na exploração do medo ou do ressentimento não são uma invenção moderna. Já os romanos dominavam a arte de manipular as emoções como parte da governação.
Os Laboratórios Digitais representam mais do que o recurso a tecnologia, são um novo paradigma de gestão industrial. Criam um contexto favorável à redução de paragens não planeadas e desperdício, para além de diminuírem o consumo energético.