A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
Europa, China e Estados Unidos lutam não só pela liderança tecnológica, mas também pelo controlo da próxima era da mobilidade. Neste contexto, é legítimo perguntar: estaremos todos nós preparados?
A liderança 5.0 não é uma tendência passageira, mas uma necessidade premente para as empresas que pretendem manter-se relevantes num mundo em transformação.
O tempo é um luxo, tal como a sustentabilidade é um fator decisivo para os compradores que pretendem reduzir os custos a longo prazo e alinhar o seu estilo de vida com valores ecológicos.
Sistemas fiscais instáveis, excessivamente complexos e burocráticos, tornam-se terreno fértil para litígios e prejudicam a tomada de decisões em matéria de investimento.
Por cada um milhão de euros de valor acrescentado bruto pelo setor do comércio a retalho, o impacto económico dos efeitos indiretos e induzidos é superior a três milhões de euros.
O futuro da IA no setor financeiro não depende (apenas) da tecnologia, mas sim das escolhas que fazemos hoje para garantir uma evolução responsável e inclusiva ao longo do tempo.
A ambição de se tornar uma potência global exige da União Europeia aquilo que hoje lhe falta: visão estratégica, unidade política e capacidade para agir com autonomia.
Durante muito tempo, a escola foi pensada como um mapa: com caminhos certos e paragens bem definidas. O mundo mudou e a educação deve ser mais como um compasso: algo que ajuda cada criança a encontrar o seu caminho.
A confiança nas instituições degrada-se, e com ela a coesão social e o discernimento necessários para enfrentar situações de emergência, caso do apagão que afetou a Península Ibérica.
O sistema elétrico é projetado com critérios de segurança muito exigentes, mas sabendo que há sempre um risco mínimo, quase zero, de o sistema colapsar. E esse risco concretizou-se.
Municípios de menor dimensão podem e devem adotar soluções inteligentes para melhorar a qualidade de vida dos seus habitantes. Esta discussão traz exemplos concretos de como a tecnologia pode ser aplicada para otimizar a gestão de recursos.
Não são poucas as vozes, vindas dos mais diversos quadrantes, que consideram ter sido o Papa Francisco a grande (e praticamente única) referência ética e autoridade moral nos dias de hoje.
Tarifários dinâmicos indexados ao mercado grossista e modelos que incentivem o consumo fora das horas de pico podem reduzir custos e oferecer benefícios financeiros para ambas as partes, consumidores e comercializadores.
O leitor ainda está convencido de que na sua empresa é diferente? De que não precisa de olhar para a contratação de serviços de Tecnologia de Informação?
No imediato, a enorme volatilidade dos mercados financeiros poderá tornar o imobiliário mais atrativo para os investidores. O imobiliário é menos volátil que o mercado de capitais.
Muitos dos programas de formação e sensibilização ainda são reativos, sendo implementados apenas após a ocorrência de um incidente. O ideal é adotar uma estratégia proativa.
O desenvolvimento de armas autónomas e de identificação de alvos, que podem tomar decisões letais de forma independente, é uma área de intenso debate ético e estratégico.