Sociedade aberta

Trabalhar já não é d’homem…

Se observarmos o grupo etário de homens ativos situado entre os 24 e os 55 anos, um grupo não afetado por nenhuma das três boas razões pelas quais há cada vez menos homens a trabalhar, verificamos que também aí a percentagem de inativos passou de uns meros 4% em 1950 para uns significativos 11% hoje.
Trabalhar já não é d’homem…

O sindicalismo bancário forte em Portugal

Fundado na primeira metade da década de 1980, numa fase de consolidação do regime democrático, o SNQTB afirmou-se desde logo pela busca de uma sempre melhor qualidade de vida, social, familiar e com saúde dos Quadros e Técnicos Bancários de Portugal, e por isso criou mais tarde, e há 25 anos atras, um dos melhores subsistemas de saúde em Portugal, o SAMS Quadros.
O sindicalismo bancário forte em Portugal

A cultura do “embrulho”

Sem esquecer a exiguidade cada vez maior no conteúdo dos textos escritos e na riqueza dos próprios vocábulos utilizados por exemplo em pareceres técnicos, informações internas ou relatórios de gestão, perante uma crescente adesão à sintetização extrema e à “powerpointização”.
Jorge Dores, Advogado20 Jun
A cultura do “embrulho”

O CDS indomável

O CDS, desde os últimos anos de Paulo Portas, foi-se transformando num partido de directório, centralista e com uma visão muitíssimo redutora do potencial da militância.
O CDS indomável

Aquarius

Esta crise só não teve efeitos mais perversos e potencialmente devastadores porque o novo presidente do governo espanhol, o improvável Pedro Sanchez, viu no tema uma oportunidade de se estrear a brilhar na cena internacional.
Aquarius

Quem define a agenda não sou eu

Seja por motivos mais ou menos justificáveis à sombra da ética contemporânea, talvez seja mais honesto se dissermos aos que vamos e o que pretendemos. Esta clareza é especialmente relevante num país como o nosso, um país que, regra geral, lida mal com quem tem um discurso mais assertivo.
Quem define a agenda não sou eu

“Em nome da independência”, diz ele…

Parece não ser necessário definir o que é “falta grave”, porque também não há qualquer iniciativa para a exoneração deste governador. Se bem entendo, a “independência” é garantida pelo Governo. Que indica para nomeação – sem grande justificação ou parâmetros de avaliação públicos entre diversas personalidades –, mas não exonera, no matter what!
“Em nome da independência”, diz ele…