A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
O primeiro-ministro duvida de si próprio e se escolheu de facto um ministro da Defesa. Os jornais duvidam que o tema seja velho e repetem as capas de há um ano.
O fim da proteção americana deveria ser motivo suficiente para a união e autonomização dos europeus. Mas cambaleamos entre a ciática, a cacofonia e o vírus do populismo que nos divide.
Precisamos de conhecimento global, regularmente atualizado, que possa informar, mas também enformar políticas, práticas e interrogações críticas alargadas a todo o espaço público.
Azeredo Lopes tudo faz para se agarrar ao poder, ao passo que Trump continua envergonhar a América que se propôs voltar a engrandecer. Um circo, portanto.
Os EUA deixaram de ser a principal e mais importante alternativa que os partidários do Brexit tinham para oferecer aos que defendiam a continuidade do Reino na União.
Trump continua a enfraquecer a ordem mundial que os EUA tanto se esforçaram por estabelecer no último século, insistindo numa unilateralidade que dificilmente será bem-sucedida.
Para os fundadores, a injeção de capital representa o incentivo necessário para que a Raize atinja os primeiros resultados positivos já no próximo ano.
A realização de um evento com uma audiência global como é o Mundial de Futebol, veio permitir o apaziguamento das relações entre Rússia, EUA e União Europeia.
Ronaldo é tudo o que não é a nossa classe política. E é um motivo de orgulho, não apenas pelo que consegue em campo, mas pelo que faz antes de entrar no relvado, pela sua dedicação sem limites.
Sendo autêntica a ideia de que o PSD está à deriva, o CDS irá exacerbar o populismo que sempre usou para ver se consegue concretizar a sua ambição: liderar um governo.
Parece que os gestores empresariais não acreditam que os discursos que ganham eleições têm efeito nas estratégias das empresas, ou que o capital não tem pátria no presente ou no futuro.
As 35 horas de trabalho semanais estão novamente na ordem do dia. Mantendo-se a produtividade um problema em Portugal, como é que a redução de cinco horas será compensada?
António Costa dá a mão ao acossado Alberto Campos Fernandes e estende uma casca de banana a Tiago Brandão Rodrigues, que aparece, agora, como o rosto do anti-sindicalismo.
A natureza do poder político de Marcelo é a mesma da de Trump: o resultado de uma vida a vender a sua imagem, e centrado na mais pura e banal superficialidade.
Responsáveis de muitas empresas ainda não racionalizaram que o website é a âncora da atividade e cartão de visita do grau de sofisticação comercial, industrial e tecnológico da empresa.
Um príncipe francês tem um projeto para a Comporta que é “para dar dinheiro”. A filosofia subjacente de olhar o mundo é que é outra. Assenta na conjugação Natureza-Arte-Educação.
Há uma tendência que vemos hoje em sites internacionais de qualidade que tem um público bastante fiel e interessado: marcas que criam os seus próprios conteúdos, sem ser publicidade gratuita.