A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
O Governo anunciou 1.851.636.907 euros para construir, adquirir e reabilitar doze mil casas a custos acessíveis até 2030. É um número exato, decidido em Conselho de Ministros, publicado em Resolução e com calendário anual definido. Parece um número fechado. Mas não é.
Humanizar o atendimento não significa abdicar de processos. Significa construir sistemas que garantam consistência, mas que deixem também espaço para que as pessoas decidam.
Será que acreditamos numa regulação segura por antecipação? Ou será a regulação sempre reativa e, na maior parte das vezes, ineficaz, como a história tem demonstrado?
Os resultados da fuga unilateral de talento seriam catastróficos. Se o Sporting perder 80% do ativo, centrado em 20% dos jogadores com mais mercado, entrará de imediato em falência técnica com um endividamento de 117%.
Na proteção civil e incêndios ninguém se entende. Demissão nas chefias, limpezas por fazer, meios aéreos a menos de metade e uma generalizada sensação de impotência e impreparação do poder político.
Façam-se ouvir nas reuniões locais dos partidos, mostrem a vossa insatisfação. Pensem por vocês e não sigam uma qualquer cartilha só porque é deste ou daquele lado. Não se deixe levar pela letargia da politiquice.
O Estado deve garantir o acesso de todos a um sistema de saúde, mas claramente que a sua falência não ajuda ao objetivo. Ter de escolher entre dois pacientes não é cumprir o papel do Estado.
Temos vindo a assistir a uma explosão dos níveis de consumo, mobilidade, produção de bens, desperdício e resíduos com consequências ambientais que não têm equivalente na história da humanidade.
Numa altura em que o destino de José Sócrates parece estar traçado, são muitos os “ratos” a abandonar o navio, encolhendo a mão que durante tanto tempo esteve estendida.
Apesar de não estar aí uma crise, uma queda abrupta de turistas, aparecem sinais e alguma preocupação de que se vislumbra instabilidade nos mercados. E Portugal tem zonas muito sensíveis a essa situação.
Os carros autónomos e conectados, os assistentes virtuais e o 'a-commerce' terão influência na forma como iremos consumir Media e relacionar-nos com as marcas.
Precisamos de romper com muitos dos enredos instalados. Precisamos de mais e diferentes forças de poder, para que o exercício do mesmo seja mais escrutinado e o seu abuso dificultado.
Conhecermo-nos e fortalecermo-nos enquanto europeus pode passar muito pelas políticas de produção, distribuição e exibição de cinema e audiovisual, não apenas nacionais, mas europeias.
Por que razão insistem as empresas em aliciar uma geração sedenta de oportunidades com propostas de contrato de trabalho por tempo indeterminado, salário fixo e um horário de trabalho de oito horas?
Imagine-se a posição cimeira em que Portugal poderia estar hoje se os milhares de milhões sugados tivessem sido aplicados no desenvolvimento dos portugueses…
Os efeitos perversos que decorrem, para os homens e para a sociedade, deste relativismo ético elevado à condição imperativa de lei são potencialmente enormes.
As sanções económicas têm sempre um efeito ‘boomerang’: um país não atinge os seus parceiros comerciais sem se atingir a si próprio, acabando o lado mais frágil por ser o mais penalizado.
Os subsídios são justos e proporcionais ao fim a que se destinam. O método de atribuição é que deveria ser mudado, passando a ser atribuídos mediante comprovativo das deslocações feitas.