Autor: Ricardo Monteiro, Comentador

O mundo à toa…

Foram os Estados Unidos que ao longo dos últimos 75 anos se têm esforçado por dotar o mundo de uma certa ordem internacional, enquadrada por um conjunto de tratados e organizações que, apesar de imperfeitas, estabeleceram regras que guiaram as relações entre os países e, porque não dizê-lo, tentaram fazer da liberdade, dos direitos humanos, […]
O mundo à toa…

Falir, moralmente

O mais triste é constatar que, por detrás de cada falência, por detrás de cada resgate existe, quase sempre, uma falência superior, uma falência moral. O Novo Banco não é exceção.
Falir, moralmente

O Bom Colono

António Vieira, ao falar em favor dos índios brasileiros e ao pugnar por um tratamento mais digno dos escravos, apenas sublinha que a consciência moral não tem data.
O Bom Colono

Quem ganha e quem perde

A ordem internacional em que vivemos nos últimos 70 anos assiste aos seus últimos dias e o vírus também já atingiu a Europa. A pandemia nada mais é que um pretexto para aquilo que já se vinha desenhando.
Quem ganha e quem perde

A esparrela da TAP

Defendo a continuação da gestão profissional da TAP, sem prejuízo de a retirar aos seus atuais e, no mínimo, duvidosos gestores, mas evitando a todo o custo o regresso a um modelo de propriedade do Estado.
A esparrela da TAP

O dinheiro ou a vida

O que está em jogo não é apenas a continuidade da economia, mas também da civilização, com os valores que humanamente lhe emprestámos. A democracia fez-se para que as minorias tenham uma voz e possam defender-se.
O dinheiro ou a vida

O anão americano

O gigante feito anão, submerso pela ignorância arrogante do seu presidente, espécie de Nero que perante o vírus que mata os seus concidadãos, prefere cantar as loas da sua “esperteza".
O anão americano

Chega ao futebol

Não somos racistas (somos), o nosso clube merece ganhar (nem sempre), os nossos são sempre honestos (às vezes, não). O futebol é o melhor que temos (é). Mas também o pior.
Chega ao futebol

‘A tale of two cities…’

Congelar rendas leva sempre à desvalorização de quem tem casa, à degradação do parque habitacional, como no nosso passado recente. Medidas de controlo de preços arruinaram países como a Argentina e a Venezuela. Talvez sejam de evitar.
‘A tale of two cities…’

Pobres, burros e preguiçosos

Um trabalhador é ele próprio e as suas circunstâncias. Por cá, apontemos o dedo a quem não investe e prefere manter empresas de baixos salários. Menos empresários ricos com empresas pobres. Mais empresas ricas e empresários profissionais.
Pobres, burros e preguiçosos

Greta e o Clima: a mesma alteração

Se a demagogia necessitasse de uma imagem, nada melhor que a conferência de Greta. Teatralizada, dramatizada e concitando a atenção das câmaras mundiais, a mensageira é agora mais importante que a mensagem onde a hipérbole substituiu a temperança e o terror se sobrepôs à razão.
Greta e o Clima: a mesma alteração

Euro meu, erro meu

O euro é isso mesmo: um cartão de crédito com um plafond altíssimo, que nos é permitido aumentar quando queremos, desde que não fiquemos sem trabalho e o emissor aceite.
Euro meu, erro meu