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Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve

Patrões, UGT e Governo voltaram às negociações e à primeira reunião houve logo acordo condicional em pontos sensíveis como a duração mínima dos contratos a termo, revelou a CIP. A ministra do Trabalho afirma que um acordo no próximo encontro “depende da dinâmica” dos parceiros sociais. Todos, sem exceção, mostraram-se confiantes, reconhecendo que o diálogo melhorou. CGTP protestou em frente ao Ministério do Trabalho.
Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve

Patrões e UGT viram “maior disponibilidade” e “atitude diferente” para negociar alterações à lei laboral

"Foi um dia bom (...) foi um dia bom porque pareceu que havia uma disponibilidade maior de nos entendermos", disse o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro, à saída da reunião entre Governo, UGT e as quatro confederações empresariais, sublinhando que essa disponibilidade veio de todos os presentes na reunião.
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UGT admite estar mais longe o acordo pedido por Seguro

Patrões recusaram reunir com a ministra sem a UGT presente, numa reunião que a ministra optou por não remarcar. Insistência no encontro dá a ideia de que o Governo tem “pressa” para levar a proposta da lei laboral ao Parlamento, diz central sindical, que quer ver a sua contraposta à revisão da lei laboral discutida na concertação social.
Lígia Simões20 Fev
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