UGT

Acordo entre UGT e Uber assegura salário mínimo a motoristas e estafetas

Para que este trabalhadores possam ter acesso a estes benefícios podem fazê-lo através da adesão ao protocolo, efetuando o pagamento de uma comparticipação de 1,5 euros mensais ao Sindel para custear despesas de negociação. Ou então podem tornar-se associados da estrutura sindical, o que implica o pagamento de uma quota mínima de 6,52 euros mensais, salienta o jornal Público.
Revista de Imprensa JE12 Nov
Acordo entre UGT e Uber assegura salário mínimo a motoristas e estafetas

Greve Geral: AHP pede a Governo e Confederações que “construam pontes” de diálogo

A CGTP anunciou no sábado a convocação de uma greve geral para 11 de dezembro devido à lei laboral à qual também se associou a UGT acabou por se associar. É a primeira primeira greve geral conjunta das duas centrais sindicais nacionais, desde 2013, quando a troika ainda estava em Portugal. "Sendo uma greve convocada pelas duas centrais sindicais [é preciso] procurar esse entendimento conjunto", defendeu o presidente da Associação da Hotelaria de Portugal, Bernardo Trindade, ao JE.
Ruben Pires e Lusa10 Nov
Greve Geral: AHP pede a Governo e Confederações que “construam pontes” de diálogo

Duas ministras da Saúde do PS dão a cara contra a reforma laboral juntamente com Carvalho da Silva

Marta Temido e Ana Jorge e o antigo secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva, assinam o documento que apela à CGTP e UGT união na resposta à reforma laboral do Governo. Augusta de Sousa, antiga bastonária dos Enfermeiros, do núcleo impulsionador do movimento, diz ao JE, estar certa de que a CGTP "fará o caminho da convergência quando for necessário". Falta a reação da UGT.
Almerinda Romeira22 Ago
Duas ministras da Saúde do PS dão a cara contra a reforma laboral juntamente com Carvalho da Silva

‘Compra’ de férias: Patrões concordam com ideia base, sindicatos apontam riscos

Governo vai apresentar esta quinta-feira aos parceiros sociais mexidas na legislação laboral, nomeadamente a proposta que dá aos trabalhadores a possibilidade de gozarem um ou mais dias de férias, com redução no salário, mas sem prejuízo nos outros direitos. Confederações patronais concordam com a ideia "base" e definem condições para que a proposta tenha pernas para andar. Centrais sindicais esperam para ver conteúdo da medida mas alertam para impossibilidade jurídica e para uma "desigualdade gritante" caso a ideia avance tal e qual como o executivo a designou no seu programa. Serviços mínimos e fim das restrições à subcontratação estarão também em cima da mesa.
Melissa Lopes24 Jul
‘Compra’ de férias: Patrões concordam com ideia base, sindicatos apontam riscos