Este valor significa um ligeiro aumento face aos 2,24% que os senhorios poderiam aumentar em 2026, segundo os dados da inflação de agosto que se fixou em 3,3%.
Em causa está o cumprimento de uma das medidas previstas na nova estratégia para a habitação, aprovada pelo Governo no início de maio, em que se permite recuperar para o apoio extraordinário às rendas as pessoas que tinham um contrato anterior a 15 de março de 2023 e que o perderam por ter havido uma alteração e esta ter sido classificada como sendo um novo contrato de arrendamento.
Em causa está uma proposta de lei hoje aprovada pelo Governo que, segundo referiu o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, visa eliminar desincentivos à mobilidade laboral, criando uma neutralidade entre o que se recebe de renda da casa que se deixa e a renda que se paga pela casa que tenha de se arrendar.
O jornal Público noticia esta quinta-feira, 9 de maio, que apenas 10 pessoas tiveram acesso ao apoio à renda criado pelo anterior Governo para educadores e professores deslocados nas regiões de Lisboa e do Algarve.
O congelamento das rendas, que vai ser revogado pelo Governo liderado por Luís Montenegro, não está a ser fiscalizado e isso faz com que muitos inquilinos vejam a sua renda aumentar para lá do limite de 2% definido pelo anterior Executivo.
Com a campanha de IRS ainda a decorrer, cujo prazo termina a 30 de junho, saiba o que ainda pode fazer se por esquecimento deixou passar a data-limite de validação de faturas no portal do e-fatura e como pode declarar rendimentos prediais e dividendos. E se for o caso, esteja atento, para a declaração obrigatória de ganhos com venda de criptoativos.
A capital portuguesa destaca-se no ranking da plataforma de arrendamento de médio prazo da Europa, HousingAnywhere, apesar dos preços do arrendamento terem registado uma quebra anual de 21,1%.
Esta é a maior subida desde 2019, ano em que a renda das casas cresceu 10,9%. No último trimestre foram registados 23.637 novos contratos de arrendamento em Portugal a um valor médio de 7,71 euros/m2. Face ao período homólogo de 2022, o número de novos contratos de arrendamento apresentou um aumento de 4,5%.
Diferença entre rendas e salário médio é a terceira mais elevada entre 35 cidades europeias, segundo índice da "Economist" que aponta a chegada dos nómadas digitais como uma das razões para a subida dos preços.
No mês de janeiro a subida foi de 8% face a dezembro, com os valores médios a fixarem-se nos 1.290 euros. No segmento de vendas a variação anual observou um aumento de 12% com as habitações a ficarem mais caras em cerca de 35 mil euros.
Atualmente, é possível consultar as dívidas às finanças na internet, não sendo necessário deslocarmo-nos presencialmente a um balcão de atendimento. A informação sobre a existência ou não de dívidas às finanças pode ser obtida online, no Portal das Finanças, desde que tenha a senha de acesso.
O futuro de um país é o emprego qualificado e a recusa de um modelo de especialização económica em que a acumulação de capital e de empregos qualificados não se faz no país dos trabalhadores, mas sim no dos detentores do capital.
Por outro lado, os quartos e os estúdios aumentaram 14% e 37,5% face ao período homólogo, respetivamente. Já na cidade do Porto verificou-se uma subida de 16,9% nos apartamentos, os quartos cresceram 6,5%, e os estúdios 11,9%.
O valor médio das rendas subiu 350 euros face a 2022, com Lisboa a verificar um aumento de 34% para os 1.600 euros, enquanto o Porto observou um crescimento de 29%, passando dos 850 para os 1.100 euros.
Em causa está uma proposta de alteração ao OE2024 apresentada pelo PS que não teve votos contra, tendo recolhido a abstenção do PSD, Bloco de Esquerda e PCP.
A conclusão é revelada pelo estudo "Arrendamento Habitacional em Portugal" do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana. Nos contratos celebrados entre 2017 e 2021 o valor médio da renda é de 440 euros, sendo que até 1990 essa verba era de 137 euros.
Marcelo Rebelo de Sousa promulgou também o diploma que regula os procedimentos relativos aos pedidos de instalação e exploração de novas centrais de valorização de biomassa.
A Portaria que atualiza os coeficientes de desvalorização da moeda conforme a inflação foi publicada esta quarta-feira em Diário da República. O jornal digital ECO fez cálculos e situa os aumentos em 6,75% na habitação e 9% nos serviços, comércio e indústria.