Este valor significa um ligeiro aumento face aos 2,24% que os senhorios poderiam aumentar em 2026, segundo os dados da inflação de agosto que se fixou em 3,3%.
O valor médio das rendas em Lisboa e no Porto aumentou após a divulgação das colocações no ensino superior, no domingo, rondando agora os 550 e 450 euros mensais por quarto nas duas cidades.
O Governo pretende introduzir um conjunto de alterações destinadas a conferir maior previsibilidade ao mercado, reforçar a segurança jurídica dos proprietários e preservar a proteção dos arrendatários.
Especialistas acreditam que o novo conjunto de medidas pode trazer mais oferta de habitação ou "pelo menos a predisposição de um proprietário em colocar imóveis que estão devolutos no mercado", diz Evo Fernandes, sócio da Pérez-Llorca. Contudo, Vera Martinez, coordenadora do departamento de imobiliário da CCA Law Firm, avisa que não se pode confundir proprietários que aguentam meses sem receberem rendas, com famílias que não conseguem pagar uma renda. "Este problema tem que ser colocado na esfera pública", afirma.
A associação ambientalista cita um novo estudo sobre os impactos económicos do crescimento do transporte aéreo e do turismo publicado hoje pela Federação Europeia dos Transportes e Ambiente (T&E, na sigla inglesa), que a ZERO integra.
"A renda mediana aumentou em todas as sub-regiões. As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (14,38 euros/m2), na Região Autónoma da Madeira (11,97 euros/m2), na Península de Setúbal (11,35 euros/m2), no Algarve (10,71 euros/m2) e na Área Metropolitana do Porto (10,13 euros/m2)", dizem os dados do INE.
Há cada vez mais famílias a dividir casa em Portugal. As rendas por metro quadrado aumentaram 4,9% em dezembro de 2025 face ao mesmo mês de 2024 e registaram uma variação média anual de 5,3% no conjunto do ano passado, segundo o INE.
De acordo com os dados definitivos do INE, nos últimos 12 meses até agosto a variação média do índice de preços, excluindo a habitação, foi de 2,24%, valor que serve de base ao coeficiente utilizado para a atualização anual das rendas para o próximo ano, ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).
De acordo com os dados do INE, nos últimos 12 meses até agosto a variação média do índice de preços, excluindo a habitação, foi de 2,25%, valor que serve de base ao coeficiente utilizado para a atualização anual das rendas para o próximo ano, ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).
Imovirtual revela que o preço médio de venda de imóveis subiu para 426.000 euros, refletindo um crescimento mensal de 1% e uma valorização anual de 15% em comparação com agosto de 2024, quando o valor era de 369.000 euros. As rendas também registaram um aumento, alcançando um novo máximo de 1.300 euros, o que representa uma valorização de 2%.
Associação considera que é necessário encontrar regras mais eficientes para dar confiança ao mercado de arrendamento e que o problema dos despejos não se remete apenas ao não cumprimento dos contratos. "Temos um outro tipo de despejos que é a perseguição aos mais velhos", diz ao JE, António Machado, secretário geral da AIL.
Depois de o secretário-geral socialista, Pedro Nuno Santos, ter afirmado que o PS é um partido com capacidade “de dialogar, de ouvir, de ceder, de construir” porque quer “garantir estabilidade”, a coordenadora bloquista respondeu que “ceder nos tetos às rendas é ceder à sensatez, ao bom senso, à justiça”.
De acordo com o Imovirtual, o valor médio dos imóveis para arrendar em Portugal cresceu para 1.300 euros em abril, já o preço médio de venda a nível nacional subiu para 397.000 euros.
Análise do idealista demonstra que a procura por arrendamento nas periferias de Lisboa e do Porto consolida-se, uma vez que as rendas são mais acessíveis nessas áreas, mesmo que ainda elevadas devido ao efeito contágio.
A nível trimestral o aumento foi de 2,1%, tendo o valor do m² se fixado nos 16,4 euros. Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa, com um preço de 21,9 euros/m².
Valores foram partilhados no relatório Rent Index, elaborado pela plataforma HousingAnywhere, que analisa os dados de arrendamento de mais de 78 mil apartamentos mobilados com uma a três assoalhadas, quartos e estúdios em 28 cidades de 12 países europeus.