Este valor significa um ligeiro aumento face aos 2,24% que os senhorios poderiam aumentar em 2026, segundo os dados da inflação de agosto que se fixou em 3,3%.
Por capitais de distrito, as subidas de rendas mais expressivas verificaram-se em Faro (13,9%), Santarém (13,6%), Braga (13,3%) e Viana do Castelo (12,6%).
"No terceiro trimestre de 2024, o valor mediano das rendas dos 319 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares, celebrados na Região Autónoma da Madeira, foi de 10,66 euros/m2", diz a DREM.
De acordo com o Imovirtual, portugueses da capital procuram alternativas mais em conta porque os preços médios das rendas em Lisboa rondam os 1.940 euros, enquanto a compra de uma casa atinge uma média de 764.500 euros.
Alugar um apartamento mobilado em Lisboa, através da plataforma HousingAnywhere, custava em média 1.792 euros, menos 10% face ao trimestre homólogo, mas as intenções de gastos dos inquilinos subiram 16,7%, para um preço médio de 1.400 euros.
Se no espaço de um ano houve uma subida de 5,1%, a variação trimestral mostra uma tendência oposta já que as rendas das casas desceram 1,5%, de acordo com o portal "idealista".
Os preços dos imóveis para arrendar registaram um aumento de 25% em relação a outubro de 2023, com um acréscimo médio de 300 euros. No que diz respeito ao mercado de venda, o preço médio das casas subiu para mais de 405 mil euros, representando um aumento de 76.400 euros (+23%).
No relatório do OE2025, o Governo assume a intenção de fazer propostas de “ajustamento” à legislação relativa ao arrendamento, nomeadamente para “corrigir as distorções criadas nos últimos anos”.
Este valor representa uma ligeira descida homóloga de 0,2 pontos percentuais, mas verificou uma subida de 1,5 p.p. em relação ao segundo trimestre de 2021.
Este valor é superior ao observado no trimestre anterior (10,7%). Quando comparado com o segundo trimestre de 2023, o número de novos contratos de arrendamento aumentou 6,9%.
Protestos regressam no sábado. "Com as três últimas manifestações, nós tínhamos conseguido impor uma pressão considerável ao Governo anterior e conseguido obter algumas conquistas, apesar de ainda estarmos longe da resolução do problema de habitação", diz Rita Silva, da associação Vida Justa, ao Jornal Económico.
Arrendar casa no país custava em agosto 16,3 euros/m2, sendo Lisboa a cidade mais cara (21,8 euros/m2). A nível trimestral o aumento das rendas foi de 1,2%.
Organismo pede também ao Governo uma "urgente, mas sensata" atualização extraordinária das rendas congeladas já a partir do próximo ano e a subsidiação do Estado de forma direta aos arrendatários nos contratos anteriores a 1990.
A desigualdade no acesso à habitação não se manifesta nem ameaça apenas a noção de propriedade e de direito ao lar, como é já hoje um forte inibidor do acesso à educação.
Apesar de Lisboa ser a cidade, distrito e região onde é mais caro arrendar uma casa, Coimbra foi a cidade que viu o maior aumento anual do preço das rendas.
Segundo as plataformas Doutro Finanças e Alfredo, o preço médio do metro quadrado nas principais capitais de distrito no país situou-se nos 2.868 euros em junho, um valor que representa uma subida face ao valor registado em dezembro, de 2.730 euros.
Novas rendas das casas subiram 10,5% no primeiro trimestre. Uma tendência que será para continuar enquanto não aumentar a oferta de habitação e não forem construídas mais casas, avisa líder da Associação Nacional de Proprietários.
O novo governo já implementou medidas estruturais que seguem na direção certa, mas será seguramente necessário adotar políticas adicionais, inovadoras e abrangentes.
A reposição do apoio à renda perdido pelos inquilinos que se viram obrigados a fazer novos contratos para o mesmo espaço habitacional não vai ter efeitos retroativos, disse hoje a secretária de Estado da Habitação.
O reequilíbrio do mercado de arrendamento habitacional passa, necessariamente, por encontrar um equilíbrio entre a proteção dos senhorios e dos inquilinos.