Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Ouça a entrevista a Rui Gomes da Silva, antigo vice-presidente do PSD.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Veja a entrevista a Rui Gomes da Silva, antigo vice-presidente do PSD.
No entender do presidente do PSD, "a suspeição criada diminuiu de forma irreparável a confiança subjacente ao secretismo que a democracia excecionalmente permite para ação dos serviços de informações".
Arranca esta sexta-feira aquele que promete ser um dos debates mais acesos dos últimos tempos na Assembleia da República. No centro da mesa estará o pacote ‘Mais Habitação’ apresentado pelo Governo em fevereiro. E o maior partido da oposição, o PSD, já sinalizou como ‘linha vermelha’ o arredamento coercivo.
“Vamos discutir cinco iniciativas legislativas relacionadas com o interior, tendo presente que temos um interior altamente desertificado e um país altamente desequilibrado: a população que reside no interior não chega a 20% da população portuguesa”, explicou o vice-presidente da bancada do PSD Luís Gomes, em declarações aos jornalistas.
O verdadeiro respeito pelas instituições mantém-se pela reverência natural a uma autoridade credível, coerente e que se comprometa em servir o bem da nação. O “respeitinho”, pelo contrário, é uma hipocrisia.
O discurso de Luís Montenegro no Fórum para a Competitividade deu-me alento: revelou que tem uma estratégia económica, medidas concretas para arrancar Portugal e os portugueses do pântano 2.0, e uma política social.
O PSD quer uma audição urgente da administração do Metropolitano de Lisboa, em sede de comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, face às perturbações que estão a ocorrer e que têm prejudicado milhares de utentes.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Ouça a entrevista a Matos Correia, advogado e presidente do Conselho de Jurisdição Nacional dos PSD.
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e do Jornal Económico onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Veja a entrevista a Matos Correia, advogado e presidente do Conselho de Jurisdição Nacional dos PSD.
Social-democratas asseguram em comunicado que todo o património do líder do PSD "está devidamente declarado e compatibiliza-se com os rendimentos legal e fiscalmente declarados ao longo da sua vida profissional e política". PSD reagiu assim a notícia do "Expresso" que assegurava que Montenegro não teria declarado ao Tribunal Constitucional o valor de casa com seis pisos em Espinho.
Em causa está uma nova moradia de luxo com mais de 800 m2, com seis pisos, incluindo uma cave, cujo projeto inicial previa a construção de uma piscina de 20 m2 no topo do edifício.
Em entrevista ao "Jornal Económico", o politólogo Carlos Jalali considera que os partidos à direita do espectro político português mantêm os mesmos desafios que já tinham antes da intervenção de Marcelo, sendo que o mais importante passa naturalmente por "afirmarem-se enquanto alternativa governamental".
Os portugueses querem o país a andar para a frente e não um xadrez de egos e vaidades que tantas vezes cega os políticos. Isso não interessa a ninguém.
Os centristas referem que o acordo de coligação com o PSD foi aprovado por entender ser "necessário dar continuidade ao trabalho" desenvolvido desde 2019, que permitiu construir um "governo estável, focado nos interesses" dos cidadãos.
Luís Montenegro discursou este domingo à noite no jantar do 1.º Maio dos TSD - Trabalhadores Social Democratas, em Algés, Oeiras, recuperando uma ideia que tinha defendido horas antes numa visita à Ovibeja de que “este Governo falhou, este Governo não tem emenda, este Governo acabou”.