Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
Cavaco sempre geriu muito bem os seus silêncios, melhor ainda do que as suas intervenções. Falar nesta altura é porque sente que o centro-direita precisa de mobilizar-se.
A oposição criticou hoje atrasos no acesso a juntas médicas, num debate em que o PSD acusou o Governo de incompetência e indiferença, com o Executivo a reconhecer o problema mas apenas em “certas zonas” do país.
O líder parlamentar do PS Madeira repudiou que o partido, que está no poder na Região Autónoma da Madeira, "opte por reforçar uma precoce retórica de gincana eleitoralista em vez de implementar medidas na governação regional que ajudem a mitigar, imediata e urgentemente, as carências e dificuldades diárias sentidas pela população".
O antecessor da mulher de João Galamba viu a sua entrada e saída publicadas em Diário da República, enquanto a nomeação de Laura Abreu Cravo nunca deu entrada como funcionária do Ministério das Finanças. Tutela diz que Laura Cravo está no gabinete a abrigo de um Acordo de Cedência de Interesse Público mas o PSD pede explicações sobre este caso ainda hoje, quando Fernando Medina vai ao Parlamento.
Não interessa neste momento se o PSD ou a IL vão em coligação ou não. O que interessa agora é propor aos portugueses rapidamente uma ideia estratégica, socialmente consensual, realista, que represente um grande avanço.
Costa classificou como "gravíssimo" um pedido do ex-secretário Hugo Mendes para adiar uma viagem e assegurou que, caso soubesse, teria exigido demissão. Da esquerda à direita os deputados e lideres partidários não ficaram indiferentes nas declarações.
"Este nível de de promiscuidade, corrupção e degradação deve levar à demissão do Governo", afirmou André Ventura. A última moção de censura foi apresentada pela Iniciativa Liberal em dezembro de 2022, tendo sido rejeitada com 19 votos a favor, 126 contra e 79 abstenções.
O presidente do PSD respondeu às declarações do primeiro-ministro, em que António Costa considerou o email entre Hugo Mendes e Christine Ourmières-Widener como "gravíssimo". Luís Montenegro diz que é mais grave que isso: "não é habilidade, é fuga às responsabilidades".
O autarca socialista Eduardo Vítor Rodrigues acusou hoje o PSD de “falta de sentido de Estado” por “alguns” virem a público defender moções de censura ao Governo quando, “no fundo”, estão ocupados com “taticismo político e partidário”.
Em conferência de imprensa no rescaldo da audição da ainda CEO da TAP no Parlamento, o líder do Partido Social Democrata listou uma série de críticas à gestão do processo de saída da ex-secretária de Estado do Tesouro, que culminou com a exoneração de Christine Ourmières-Widener.
O centro político tenderá nos próximos debates ideológicos e eleitorais a ficar mais desprotegido, não trazendo nada de bom para enfrentar os desafios que o país continuará a ter pela frente.
"Maquiavel para Principiantes", o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do "Jornal Económico", Rui Calafate, pode ser ouvido em plataformas multimédia como Apple Podcasts e Spotify.
O PSD lembra que "desde que entrou em vigor há 27 anos, a portaria n.º 94/96, de 26 de março, nunca sofreu qualquer alteração, não tendo sido até hoje atualizada".
“Uma data com grande carga histórica para os valores democráticos e para os valores que estiveram na génese do PSD, que também comemorará os seus 50 anos entre 06 de maio de 2023 e 06 de maio de 2024”, anunciou Luís Montenegro, no final de uma reunião da comissão permanente do partido, na sede nacional.
"O PSD não é alternativa. E quando digo que o PSD não é alternativa não é só porque as sondagens demonstram que não é. Por que se nota no discurso, nota-se na ausência de propostas de alternativas e quem vemos crescer é o Chega", disse a deputada do PS no programa "O Princípio da Incerteza", da TSF e da CNN Portugal.