Este pedido surge na sequência da decisão do Tribunal Constitucional (TC), que invalidou a eleição dos atuais órgãos dirigentes do PAN, realizada no último congresso em dezembro de 2025.
O partido considerou que neste momento não existe Governo na Região Autónoma da Madeira e que atualmente se está em campanha para as eleições regionais.
O partido considera que um dos problemas da Região está na falta de vontade em tomar decisões fundamentais onde se inclui taxar os lucros das grandes empresas, reduzir as emissões de gases com efeito de estufa ou proteger a biodiversidade.
O partido refere que o presidente do executivo madeirense "é socialmente simpático, mas é intelectualmente um populista, um demagogo quando afirma que o mundo está a viver um "dos tempos mais acelerados da História" e refere a importância da digitalização do ensino".
O partido considera que a luta dos professores é justa, que "não contar o tempo de serviço prestado é roubo e que alterar e limitar administrativamente as notas que cada um tem é falta de ética e de respeito pela dignidade dos professores". O PAN defende que os governos nacional e regional da Madeira "continuam a seguir políticas erráticas, não sustentáveis e sem sentido de futuro, o que manifestamente coloca em causa a própria escola pública".
Inês Sousa Real defende que, um ano depois do início da guerra, a solidariedade para com o povo ucraniano e para com a sua luta pelo Estado de Direito “carecem de gestos políticos e diplomáticos mais simbólicos”. Partido quer reconhecer “coragem” demonstrada pelo presidente da Ucrânia.
O PAN defende o fim das quotas nas carreiras dos professores e que os assistentes operacionais e técnicos tenham planos de carreira e remuneratório dignos.
O partido diz que o Orçamento Municipal do Funchal, que foi aprovado na Assembleia Municipal, permite concluir que estamos perante uma vereação "sem rasgo, sem ideias, conduzida por um presidente de Câmara, Pedro Calado, cuja capacidade de resolução de problemas já é considerada, por um número crescente e cada vez maior de habitantes do Funchal, como uma desilusão".
A "taxa rosa" não existe formalmente enquanto conceito económico, mas são vários os estudos internacionais que atestam a sua existência e o impacto que a mesma tem sobre o género feminino.
O partido alerta que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que o problema de visão causado pelos écrans "aproxima-se de uma situação pandémica" e de a OMS ter classificado os telemóveis tablets e outros dispositivos sem fio com um risco de categoria 2B (possível carcinogénico), devido à emissão de radiação, sendo as crianças e os jovens ainda mais vulneráveis a estes perigos.
O partido considera que as escolas são os "lugares por excelência" onde se promove a educação ambiental, e "onde se devia promover e incentivar" o debate e o pensamento crítico/ livre.
O partido sugeriu que o Governo da Madeira consultasse os estudos da Academia Americana de Pediatria, e da Sociedade Canadiana de Pediatria, que "recomendam que as crianças e jovens até aos 12 anos não sejam expostas a tantas horas de ecrãs e a tantos meios tecnológicos", sob o risco de: "aumento das taxas de depressão infantil, ansiedade; aumento dos casos de défice de atenção, autismo; prevalência de psicoses e comportamentos bipolares; aumento da impulsividade; aumento do sedentarismo, os excessos de tecnologias acabam por atrasar o desenvolvimento físico da criança".
O partido pretende proteger as aves migratórias. "Consideramos que a utilização de sensores de movimento na via rápida seria uma boa solução do ponto de vista ambiental e económico", diz o PAN.
O PAN propõe um modelo de desenvolvimento "assente em salários dignos, em educação de qualidade na transição energética assente não na economia mas sim no respeito pelas pessoas e pela natureza".
O partido quer que o Orçamento Municipal dê resposta aos cidadãos mais frágeis, tendo em conta a atual situação económica e social "cujas dimensões ainda não podem ser devidamente calculadas".