Este pedido surge na sequência da decisão do Tribunal Constitucional (TC), que invalidou a eleição dos atuais órgãos dirigentes do PAN, realizada no último congresso em dezembro de 2025.
O PSD/CDS-PP elegeram 23 deputados, ficando a um deputado da maioria absoluta, enquanto que o PS passou de 19 para 11 deputados. Iniciativa Liberal e Chega estreiam-se e BE e PAN regressam ao parlamento.
As sondagens têm dado vitória à coligação PSD/CDS-PP nas eleições regionais da Madeira. Apesar de coligados estes partidos vão estar na disputa pelos números 24 e 27. Saiba o porquê.
Em declarações aos jornalistas no parlamento, a porta-voz da conferência de líderes, a socialista Maria da Luz Rosinha, indicou que os partidos não chegaram a consenso sobre qualquer data quanto ao regresso dos debates quinzenais com o primeiro-ministro.
Durante uma ação de campanha em Câmara de Lobos o PAN defendeu também a criação de uma zona de exclusão a carros, na vila de Câmara de Lobos, "onde as deslocações sejam feitas com um autocarro, de preferência elétrico".
Entre as medidas defendidas pelo partido está o reajuste das bolsas de estudo para os estudantes, "incluindo os que residam em zonas rurais mais distanciadas, com mais apoios para alojamento", e também a promoção de apoios económicos para aqueles que se deslocam da Madeira para o Continente para estudar, "garantindo uma percentagem de quartos ou residências para os estudantes das ilhas".
A líder do PAN acusou o PSD, que governa na Madeira, em coligação com o CDS-PP, de querer destruir a floresta Laurissilva, com a execução do projeto da Estrada das Ginjas.
Para o sufrágio, com um círculo eleitoral único, foram validadas as listas de duas coligações – PSD/CDS-PP e CDU (PCP/PEV) – e de outros 11 partidos: PTP, JPP, BE, PS, Chega, RIR, MPT, ADN, PAN, Livre e IL.
Num dia, a escolha do PAN para as eleições regionais da Madeira recaía em Joaquim Sousa, contudo este acabou substituído por Mónica Freitas. E, a partir daqui, começa uma novela recheada de contradições.
Entre as medidas que constarão do programa eleitoral do PAN Madeira estará uma maior plantação de "árvores e adoção de plantas nativas assim como bonificar as pessoas que mantenham arvoredo nos seus terrenos".
Para o PAN importa que "alguns pontos desta organização que têm de ser escrutinados pelas entidades competentes, algo que o PAN não pode deixar de exigir".
"A banca tem que renegociar com as empresas para não termos uma onda nem insolvência, nem de incapacidade de pagamento dos empréstimos que necessariamente vai afetar sobretudo as empresas mais pequenas", explicou a líder do PAN ao JE.