Este pedido surge na sequência da decisão do Tribunal Constitucional (TC), que invalidou a eleição dos atuais órgãos dirigentes do PAN, realizada no último congresso em dezembro de 2025.
Fabian Figueiredo apontou como facto indiscutível que o último meio século de liberdade foi “o melhor período da História de Portugal, a época áurea da nossa história coletiva”. A deputada única do PAN, Inês de Sousa Real, lamentou que, na política atual, já não se procure convencer, mas esmagar. E Filipe Sousa, do JPP, denunciou: “A democracia não se fortalece na gritaria, nem na exclusão".
Na reunião, o Bloco de Esquerda pediu a neutralidade carbónica até 2045 e um reforço na resistência do território. O PAN pretende a criação de uma nova Secretaria de Estado para as alterações climáticas.
Depois de uma visita a associações afetadas pelo mau tempo na Marinha Grande e em Leiria, Inês de Sousa Real criticou, em declarações à Lusa por telefone, a atuação do executivo na resposta às tempestades que atingiram o país e elogiou o papel dos autarcas à frente dos municípios atingidos.
No entender do partido liderado por Inês Sousa Real importa "adotar medidas excecionais e temporárias que mitiguem os impactos económicos imediatos destes eventos extremos, assegurando que ninguém é penalizado financeiramente por circunstâncias alheias à sua vontade, e que o Estado e as concessionárias rodoviárias não lucram à conta da calamidade".
O partido liderado por Inês Sousa Real entende "que a resposta do Estado a fenómenos desta natureza não se pode limitar à gestão da emergência e à reposição da normalidade, devendo assentar numa abordagem preventiva, baseada no conhecimento científico, na transparência, na responsabilização política e administrativa e na adaptação efetiva do território e das políticas públicas às alterações climáticas".
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza decidiu apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais, que decorrerá a 8 de fevereiro, anunciou o partido em comunicado.
Os resultados foram anunciados pela presidente da Mesa do X Congresso do PAN, João Fontes da Costa, cerca das 17:45 horas de sábado, depois de uma votação por voto secreto, que decorreu na última hora antes da divulgação do apuramento.
Para o PAN, o documento que será hoje votado contém um “conjunto de retrocessos profundos que não foram revertidos na especialidade”, como a “cedência do Governo ao lóbi da caça”, com a redução do IVA da carne de caça, e a manutenção da taxa máxima de IVA aos cuidados médico-veterinários.
"O partido PAN – Pessoas-Animais-Natureza informa que irá abster-se na votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2026, como sinal de abertura ao diálogo e à negociação construtiva", pode ler-se num comunicado enviado hoje à Lusa.
"Acabamos de receber em plena campanha [eleitoral] o Orçamento. Isto é absurdo. É não respeitar nem o momento do país e o que deve ser um debate sério entre o Governo e os partidos", disse Inês de Sousa Real, em declarações à RTP, numa primeira reação à proposta de Orçamento do Estado que foi entregue esta quinta-feira pelo Governo.
Os partidos afinam as suas estratégias. Setembro começa a ser mais intenso e outubro promete ser um mês mais quente no plano político, com OE e eleições autárquicas à porta.
O economista Alexandre Abreu e até agora deputado municipal pelo BE oficializou a candidatura à Câmara Municipal de Cascais, este domingo, apoiado pela coligação formada pelo BE, Livre e PAN, com o slogan “Futuro em Comum”, que tem como candidata à Assembleia Municipal Safaa Dib, do Livre, e como mandatário João Paulo Batalha.
O tribunal entendeu que não ficaram provados os dois crimes de dano e acesso ilegítimo de que a deputada do Chega estava acusada pelo Ministério Público.
O atual modelo está claramente a revelar dificuldade em ajustar-se à nova realidade. E este ajuste não se fará com acusações de ignorância ao eleitorado, nem com pranto sobre o papel das redes sociais.
Inês Sousa Real, a deputada única, reconheceu "que este não é o resultado que gostaríamos de ter tido, gostaríamos de ter elegido um grupo parlamentar, e que tivéssemos conseguido noutros distritos e noutras áreas geográficas para reforçar a representatividade no país, mas percebemos que o voto útil acabou por prejudicar mais uma vez a pluralidade democrática e hoje é um dia triste".
A coligação liderada por Luís Montenegro elegeu 86 deputados, teve 32,1% dos votos, e 1.914.913 votos. Contudo ainda falta fechar os mandatos dos consulados. Depois da AD surge o PS com 58 deputados, 23,3% dos votos, e 1.394.491 votos. O Chega elegeu 58 deputados, teve 22,5% dos votos e 1.345.575 votos.
“Há aqui um outro termo que para nós é importante salientar, que é a divergência entre os dados que nos vão sendo apresentados e das diversas fontes. Naturalmente falamos em projeções, essas projeções são divergentes. E gostaríamos de salientar isso, pois, de algum modo, poderíamos estar a incorrer em fazer comentários sobre dados prematuros”, afirmou o dirigente do PAN.
Em declarações aos jornalistas depois de ter votado na Escola Básica de Telheiras, em Lisboa, Inês de Sousa Real apelou ao voto de forma a que os portugueses “escolham as alternativas que querem” e assegurem um “novo ciclo político, com estabilidade e com a garantia” de que o país avança “em prol das preocupações dos portugueses”.
Em declarações aos jornalistas junto à praia de Carcavelos, Cascais, após um encontro com representantes da Associação SOS Quinta dos Ingleses, Inês de Sousa Real sublinhou que, mesmo com o Governo em gestão, os “problemas do país não desaparecem” e que o executivo “deveria negociar” para impedir esta greve, mas pediu bom senso aos trabalhadores da CP, frisando que o protesto “está a penalizar o lado errado”.