O Chega não tem qualquer mensagem para além de simples propaganda. A intenção não é criar ou construir, nem sequer participar na criação ou construção de soluções viáveis.
A previsibilidade é, atualmente, nula; estamos embrenhados num intenso nevoeiro para 2025 e para os anos seguintes, sem que possamos planear o que quer que seja.
“Nós, juntamente com o representante judicial de González Urrutia, José Vicente Haro, nas próximas horas, nos próximos dias, estabeleceremos a forma, o horário, a maneira e o local sobre como este caso será encerrado judicialmente”, afirmou William Saab em entrevista à televisão norte-americana CNN.
“Senhores do STJ: nenhuma decisão substituirá a soberania popular. O país e o mundo conhecem a vossa parcialidade e, portanto, a vossa incapacidade de resolver o conflito. A vossa decisão só agravará a crise. Nós, venezuelanos, não estamos dispostos a renunciar à nossa liberdade nem ao nosso direito de mudar em paz para viver melhor”, escreveu na sua conta da X, antigo Twitter.
O Presidente da República lançou, esta semana, o repto de um pacto de regime em Portugal para resolver os problemas na área da saúde. Esteve bem. Agiu politicamente de forma responsável.
Mais do que saber o que se vai negociar, é importante perceber que “negociar” significa aceitar a possibilidade de fazer cedências, o que, em política, quando não se tem a maioria, pode ser muito difícil e doloroso.
“Rejeitamos firmemente as propostas desesperadas e sediciosas” que “procuram minar a nossa unidade”, declarou num comunicado o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino, reafirmando “lealdade absoluta ao cidadão Nicolas Maduro Moros (...), legitimamente reeleito pelo poder popular”.
O voto antecipado, à semelhança do voto em mobilidade, enfrenta os mesmos desafios em termos de confiança dos partidos da oposição, que consideram que as eleições angolanas não são transparentes.
No radar estão as propostas do PS aprovadas no último mês e meio com um peso orçamental significativo, à revelia do Executivo, como o fim das portagens nas ex-SCUT , além da descida no IRS e a redução no IVA da luz. Lançamento do portal foi revelado ao JE por Hugo Soares.
No radar da plataforma, e de forma imediata, estão cinco propostas do PS aprovadas na Assembleia da República desde que o Executivo da Aliança Democrática tomou posse.
“A viabilização do Orçamento implica diálogo. Quando não há maioria, todos têm que dialogar. Não é só aqueles que não estão no Governo. Quem está no Governo também tem a responsabilidade de dialogar”, disse o Presidente da República, à margem da sessão de encerramento da conferência “Millennium Talks COTEC Inovation Summit”, que decorreu no Europarque, em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro.
Estas posições foram transmitidas durante o debate em plenário, na Assembleia da República, proposto pela bancada social-democrata sobre o estado do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em Portugal.
O Governo considerou “verdadeiro e indesmentível” que as reduções no IRS levarão a um corte de 1.500 milhões de euros face a 2023. Mais, seria “orçamentalmente irresponsável”.
O Chega vai pedir a audição do ministro das Finanças e da secretária de Estado dos Assuntos Fiscais na Comissão de Orçamento e Finanças, para explicações.
Depois do ministro da Economia ter revelado que a proposta de redução do IRS rondaria os 200 milhões de euros, o líder da oposição considera um "embuste" aos portugueses, uma vez que inicialmente o Executivo falava numa redução de 1.500 milhões de euros.
Poderá um Governo com um apoio parlamentar tão ténue ter sucesso em qualquer tipo de agenda reformista? É duvidoso. Mas uma coisa parece certa: a especulação sobre a tática política ocupará um enorme espaço na agenda mediática e na política quotidiana.
Em cada cinco portugueses que votaram, quatro não escolheram o Chega. Há perigos evidentes no caminho, mas não há cura possível se os democratas tentarem gritar mais do que eles.
Entre Setembro de 2025 e Setembro de 2026, o parlamento não pode ser dissolvido, pelo que poderemos ficar com um governo de gestão durante mais de um ano.
Num discurso no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, o alto-comissário Volker Türk afirmou que alguns candidatos às eleições na Rússia “foram impedidos de concorrer devido a alegadas irregularidades administrativas”.