O Chega não tem qualquer mensagem para além de simples propaganda. A intenção não é criar ou construir, nem sequer participar na criação ou construção de soluções viáveis.
As eleições de 2027 podem ficar marcadas, historicamente, por uma descrença política no papel dos partidos da oposição em promover uma alternância de poder, devido à forma como estão a ser constituídos e, sobretudo, a financiar a sua actividade político-partidária.
Fugiram do regime bielorusso para a Ucrânia e depois tiveram de abandonar este país devido à invasão russa. Agora, enfrentam o risco de extradição. Regime de Lukashenko não emite novos passaportes aos oposicionistas do regime, bloqueando a renovação das autorizações de residência em Portugal. Exilados pedem soluções ao Governo português.
Na realidade africana, a dispersão e luta entre os partidos da oposição é um fenómeno recorrente, sendo, até, parte da estratégia de manutenção do poder do incumbente.
Crise nas urgências e a novela dos helicópteros dominaram críticas. AD vai aproveitar proposta do PS para a criação de uma unidade de coordenação do INEM.
De acordo com o documento disponibilizado pelo Governo à Lusa, foram contabilizadas pelo executivo no seu programa 16 medidas como tendo origem na IL, seis no Livre, duas no PCP, duas no PAN e uma no BE e outra no JPP. No ano passado, o primeiro Governo PSD/CDS-PP liderado por Luís Montenegro já tinha reclamado a inclusão de 60 medidas dos programas da oposição no seu próprio programa.
O primeiro-ministro não deverá perder de vista que não está em causa apenas a governação dos próximos quatro anos, mas a definição do mapa político da próxima década.
“Qualquer crítica que se queira fazer sobre este caminho não passa de mero jogo político partidário de quem diz umas atoardas para o ar que não têm fundamento. Francamente, é talvez o reconhecimento do sucesso de trajetória do governo”, afirmou Luís Montenegro aos jornalistas.
Uma das razões para termos chegado aqui é a opção do Presidente da República de ter alterado a natureza da eleição parlamentar, defendendo que se trata da eleição do primeiro-ministro.
Para compreender o lamaçal em que estamos atolados, importa ter consciência de alguns vícios que têm impregnado os partidos do 'centrão' e a mentalidade dos portugueses.
Líder do PS aponta duas justificações para que o Governo não tenha alterado a equipa da Saúde, área em que a Aliança Democrática "tem falhado em toda a linha", acusa Pedro Nuno Santos.
A oposição angolana enfrenta uma situação complexa devido às difíceis condições de realizar o seu papel de fiscalização da actividade governativa e afirmar-se como alternativa ao MPLA.
Os subscritores da carta acusam o Governo e o atual primeiro-ministro de “não compreender o sentido profundo de ‘Estado social’ nem de ‘Estado de direito’” e garantem que não tolerarão “mais desigualdade, mais exclusão social, mais violência”.
O programa apresentado propõe-se regular o mercado, sem o estrangular e viciar. O congelamento de rendas deu cabo de Lisboa e do Porto durante duas décadas. Políticas públicas assim não servem as pessoas e o país.
Nesta altura, Miguel Albuquerque é uma ilha, rodeado por casos judiciais por todos os lados e deslocado na relação com uma oposição que se tornou maioritária.
Daqui até final de novembro, vamos assistir a vários episódios desta série. A votação final global da proposta de Orçamento para 2025 foi adiada de 28 para 29 de novembro, por decisão da conferência de líderes.
O primeiro-ministro está desde o dia zero em campanha eleitoral. Fará algumas cedências, ficaria mal na foto se não as fizesse, mas será o PS a ter de engolir o sapo, aprovar o OE25, ou jogar à roleta russa.