Num mundo de superpotências, os países médios e pequenos são presas isoladas, e a coligação é o mecanismo pelo qual os não-gigantes deixam de negociar sozinhos com gigantes.
O chefe adjunto do Estado-Maior de operações do Comando Terrestre da NATO revelou que todo o dispositivo da organização deverá ser implementado, se possível, até ao final de 2027.
Trump vai fazendo avançar a sua agenda através da contundência e do absurdo. É uma forma de atuação por vezes balbuciante, por vezes agressiva, mas eficaz em desorientar quem ainda procura pontes num tabuleiro que ele próprio se esforça por desorganizar.
A Europa não precisa de confrontar os EUA. Precisa de se libertar da ilusão de dependência eterna. Precisa de falar a linguagem da maturidade estratégica. Cooperar quando os interesses coincidem. Divergir quando não coincidem. Proteger-se quando é atacada.
O presidente do Conselho Europeu afirmou aos jornalistas que a Gronelândia não é um problema bilateral entre os Estados Unidos e a Dinamarca. "Se é um problema de segurança, é um problema de segurança coletiva e devemos responder todos como aliados”, justificou.
"Estamos juntos, estamos coesos e estamos firmes", declarou Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio de Belém, em Lisboa, tendo ao seu lado o Presidente da Estónia, Alar Karis, que recebeu hoje, com honras militares, no início da sua visita de Estado a Portugal.
'Não queremos ser norte-americanos”, respondem os líderes políticos da Gronelândia, apesar de todos eles serem a favor de que a ilha deixe de vez de pertencer à Dinamarca. Mas, esta semana, há mais negociações.
Ministro dos Negócios Estrangeiros francês diz que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, lhe assegurou que a opção militar não está em cima da mesa. Mas não é esse o entendimento de todos os envolvidos.
O famoso artigo quinto da NATO, que estabelece o princípio da defesa coletiva, tem como grande trunfo o facto de nunca ter sido utilizado. O embaixador Francisco Seixas da Costa explica ao detalhe o processo.
Sem o subsídio das compras europeias, o motor de I&D americano enfraquece, abrindo espaço para que a UE desenvolva tecnologia concorrente. Esta erosão enfraquece o dólar como ferramenta geopolítica.
A nova Estratégia de Segurança dos Estados Unidos abre um novo capítulo da presença dos EUA no mundo ou será apenas uma ‘manifestação de interesses’ por parte do atual presidente, eventualmente para esquecer com a próxima administração? Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Naval Group e Fincantieri uniram forças em 2020 numa parceria estratégica, mas agora estão frente a frente na disputa pela venda de fragatas à Marinha portuguesa. O que oferecem?
As novas tarifas sobre o carbono, que entram em vigor a 1 de Janeiro, podem reacender o conflito comercial com os EUA, enfraquecendo a economia europeia, ainda convalescente.
Depois do país ibérico não aceitar aumentar os seus gastos com a despesa, o presidente norte-americano fala de uma possível expulsão do país da aliança da Nato.
A histeria sobre a ameaça russa à Europa permite à burocracia europeia destinar mais fundos à defesa e, em última análise, desenvolver uma narrativa que pode conduzir a um ponto sem retorno.
Hoje, a soberania joga-se no ar, em terra e no mar, com sistemas não tripulados que redefinem o poder. Ignorar o cluster industrial emergente é abdicar da nossa relevância num mundo em convulsão.
A intenção do Governo é, além das aquisições, promover a criação de uma cadeia empresarial de fornecimento que se enquadre na estratégia europeia de desenvolvimento do setor. Os exemplos, segundo disse o ministro Nuno Melo, já se multiplicam.
É com uma ironia mordaz que Trump se afasta da guerra na Ucrânia e transfere “a pasta” para os europeus. Mentes ingénuas esperavam outro desfecho julgando que Trump não se lembraria da forma como foi tratado pelos europeus durante a campanha eleitoral norte-americana e de que lado da barricada estiveram.