A líder bloquista, Mariana Mortágua, classificou este domingo a crise na habitação de "pandemia social", que tem como vírus "a renda usurária e o lucro fácil" e um Governo que transforma as cidades "em Disneylândias".
A coordenadora do BE, Mariana Mortágua, acusou hoje o Governo de "hipocrisia" por fazer leis que depois "não cumpre" e com isso atingindo os 140 os trabalhadores precários da RTP.
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) defendeu hoje a imposição de limites ao aumento das rendas para 2024, considerando que o Governo admitiu a sua incompetência na área da habitação que "é o maior problema" das pessoas.
A coordenadora do BE, Mariana Mortágua, defendeu que é preciso criar medidas que obriguem os bancos a baixarem as taxas do crédito de habitação como contrapartida dos seus lucros.
Segundo Mortágua, "a privatização da PT é um bom exemplo de como se favoreceu o crime económico e a corrupção". A bloquista defende que, ao colocar a TAP em mãos de privados, a companhia aérea irá seguir um caminho igual ao da empresa de telecomunicações.
O Jornal de Notícias avança na edição de hoje que o Governo português está a preparar a contratação de 300 médicos cubanos para o SNS, tendo já pedido parecer sobre o processo de reconhecimento de qualificações ao Conselho de Escolas Médicas Portuguesas e à Ordem dos Médicos.
"Não se resolve o problema da habitação só aumentando a taxa de esforço porque isso quer dizer que o Banco de Portugal deixa que as pessoas fiquem ainda mais com a "corda ao pescoço"", destacou Mariana Mortágua em reação às declarações da vice-governadora do BdP.
“Trago-vos hoje uma notícia: o Bloco de Esquerda está a crescer e vai eleger para o parlamento regional [da Madeira]”, declarou Mariana Mortágua, no Pico dos Barcelos, junto a um dos mais procurados miradouros no Funchal, na apresentação dos candidatos do BE às eleições legislativas regionais, que ainda não estão agendadas, mas devem realizar-se em setembro ou outubro.
A coordenadora do BE considerou hoje que só o primeiro-ministro e a presidente do Conselho de Fiscalização do SIRP é que “ainda não perceberam que a atuação do SIS foi ilegal” e defendeu que continuam a faltar esclarecimentos.
As declarações da candidata à liderança do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua foram feitas na sua primeira intervenção na XIII Convenção Nacional do partido, na qual apresentou a sua moção à liderança.
A deputada do Bloco de Esquerda (BE) afirma que a privatização da TAP é um processo que vai "contra os interesses do país, e esta comissão de inquérito só nos faz ter duas conclusões e certezas. Número um a TAP é estratégica, número dois a TAP merece uma gestão que esteja à altura da sua importância para o nosso país".
No debate instrutório realizado no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), na sequência do pedido de abertura de instrução de dois cidadãos após o Ministério Público (MP) ter arquivado o inquérito, a advogada da candidata à liderança do BE reiterou que não houve dolo de Mariana Mortágua por ter acumulado o subsídio de exclusividade de deputada com a atividade remunerada de comentário político entre outubro de 2021 e fevereiro de 2022.
Processo é relativo à acumulação do subsídio de exclusividade como deputada com o pagamento referente ao comentário que exerce na SIC Notícias. Bloquistas acusam Chega de "perseguição política".
"Costa garantiu o aumento da presença do Estado, mas não uma gestão pública competente. A escolha não pode ser entre um privado que destrói a TAP e as trapalhadas do Governo", escreveu no Twitter Mortágua.
Apesar da saída de Catarina Martins da direcção do BE, Dina Letra diz que esta tinha condições para continuar a dirigir a força partidária. Sobre Mariana Mortágua diz que é uma mais-valia e dará um excelente contributo para o partido.
Antigo deputado foi escolhido para ser o porta-voz da Moção E, que representa a oposição interna no Bloco de Esquerda e que fará frente a Mariana Mortágua na convenção de maio.