Para Mariana Mortágua, "importa pouco" se o primeiro-ministro afirma que "não negoceia com políticos racistas e xenófobos" se depois vai "adotar as bandeiras do Chega, nomeadamente quanto à imigração".
A dirigente bloquista defendeu prudência em separar política e justiça e considerou que essa é a razão “da cautela dos políticos e dos representantes políticos relativamente ao Ministério Público”.
A coordenadora bloquista acrescentou que “é até um exagero dizer que a governação do PSD na Madeira produziu um modelo económico porque, na verdade, o que o PSD na Madeira construiu foi um modelo de negócios”.
A coordenadora do BE, Mariana Mortágua, exigiu que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, esclareça se vai aumentar os salários, e acusou o Governo de estar "instruído pelos patrões" na reunião de hoje da Concertação Social.
A coordenadora do Bloco de Esquerda apontou o dedo às “carpideiras do salazarismo”, que “culpam a democracia e a Constituição pela pobreza que persistiu” ou pelo “amargo das promessas não cumpridas”.
A coordenadora do BE defende que o alívio fiscal apresentado pelo Governo é insuficiente e que as reduções já estavam delineadas pelo anterior Executivo.
Mariana Mortágua acusou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, de fabricar “um artifício” quanto à redução do IRS e afirmou que “o Governo toma Portugal por parvo”.
"O Governo ainda nem teve tempo de mudar o logótipo aos despachos e já garantiu, numa penada, um ‘jackpot’ histórico à EDP", acusou Mariana Mortágua, na abertura do debate do Programa do XXIV Governo Constitucional, que decorre hoje e quinta-feira no parlamento.
Na manifestação "Abril pela Palestina" que decorreu este domingo em Lisboa, no dia marcado pelos seis meses do conflito entre Israel e o Hamas, a líder do Bloco de Esquerda considerou fundamental que Portugal se junte ao grupo de países europeus que já reconheceram o Estado da Palestina.
Segundo a coordenadora do Bloco de Esquerda, a atual ministra da Saúde, Ana Paula Martins, “defende a entrada do privado no SNS, defende a privatização do acesso ao SNS”, para além de uma “vaga promessa de cheques-consulta”. Sendo que “já há cheques-cirurgia que não resolvem nada”.
A reunião entre as comitivas do BE e do PAN foi a primeira da ronda pedida pelos bloquistas a todos os partidos de esquerda e ecologistas na sequência das eleições legislativas de 10 de março, tendo ao final de uma hora de encontro falado aos jornalistas Mariana Mortágua, pelo BE, seguida de Inês de Sousa Real, do PAN.
A líder bloquista fez questão de deixar bem vincada essa garantia a Marcelo Rebelo de Sousa "num cenário em que há uma viragem à direita no país e em que a esquerda não tem uma maioria face aos resultados eleitorais".
Os líderes dos partidos políticos andam, este sábado, pelos quatro cantos do país, ouvindo as populações e comentando-se uns aos outros quando questionados pelos jornalistas no terreno. Eis a súmula do que de mais importante foi disto esta manhã.
No final de uma viagem de comboio entre a Covilhã e a Guarda, Mariana Mortágua foi questionada sobre declarações na quinta-feira do cabeça de lista da AD por Santarém que afirmou que Portugal tem perdido investimento por “falsas razões climáticas” e que são proibidas “novas plantações às cegas” por “ideologias de extrema-esquerda”.
Ex-primeiro-ministro disse que não queria criar “desatenções”, mas a verdade é que todas as reações dos partidos no terceiro dia oficial da campanha se viraram para a sua intervenção em Faro. Ventura aplaudiu.
“É importante começar por dizer que isso é uma imputação completamente falsa, o financiamento partidário como sabem tem legislação própria”, afirmou o liberal, depois da líder do BE, Mariana Mortágua, ter dito no sábado que um dos aspetos da “cavalgada da direita” e da “mutação política” destas eleições são os “rios de dinheiro que correm de cofres milionários” para partidos como Chega e IL.
Segundo Mariana Mortágua, o partido pretende um subsídio de turno “para que haja uma remuneração condizente com a penosidade e o trabalho mais difícil que é viver por turnos”.
A líder bloquista apontou que “a direita, o PSD, cortou as pensões e essa memória não pode ser apagada. Muitos idosos foram atirados para a pobreza por causa dessas decisões”.