Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Da Doutrina Monroe ao Corolário Roosevelt, e da Diplomacia do Dólar à prática contemporânea, os Estados Unidos alternaram entre força e capital para estruturar a sua primazia.
Após as forças armadas norte-americanas anunciarem ter lançado uma série de ataques contra alvos no Irão, em retaliação por este país ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã, Trump recorreu às redes sociais para uma mensagem ameaçadora.
A declaração final conjunta dos Estados-membros sublinha o compromisso com a defesa conjunta e revelou novas aquisições de equipamentos de defesa. Dito de outra forma: o Artigo 5º não está em causa. O apoio à Ucrânia é especialmente acarinhado pelo bloco.
A cimeira da NATO na Turquia foi pródiga em ameaças: o presidente dos Estados Unidos disse que está farto de aturar iranianos e espanhóis, por motivos não exatamente idênticos, mas que têm pontos em comum. Em Ancara, Luís Montenegro também reagiu.
Fim do cessar-fogo e perspetiva do regresso dos combates fez disparar o prémio que os investidores obrigam os Estados Unidos para lhe dispensarem financiamento. Os analistas dizem que a Reserva Federal pode aumentar os juros em setembro.
'Estamos tranquilos', diz gabinete do chefe do governo espanhol, Pedro Sánchez, O presidente dos Estados Unidos disse em Ancara que mandatou o secretário do Tesouro para cortar todas as relações comerciais com Espanha. No quadro da União, isso não é possível, recorda Madrid.
O presidente dos Estados Unidos afirmou que o cessar-fogo com o Irão acabou e apelidou os líderes iranianos de “escumalha” e mentirosos. “No que a mim me diz respeito, acabou”. O preço do petróleo já disparou.
Numa carta dirigida à Administração norte-americana e ao FMI, os signatários solicitaram a retirada das restrições que afetam o Banco Central da Venezuela (BCV), a petrolífera estatal PDVSA e outras instituições, e que seja permitido ao país o acesso a recursos internacionais destinados à resposta humanitária, à reconstrução e a fazer face à emergência provocada pelos terramotos registados em junho.
O Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
"O parágrafo 13 do Memorando de Entendimento é claro: as negociações sobre o acordo final não começarão enquanto as ameaças persistirem. Respeito pela sua assinatura", escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, na rede social X.
Trump percebeu que a política americana já não se organiza apenas em torno de programas. Organiza-se em torno de identidade. Para milhões de eleitores, ele não é apenas um Presidente. É uma resposta emocional a uma pergunta antiga: quem roubou a América que eu conhecia?
Os Estados-membros europeus não estão ainda seguros da posição dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a Turquia quer maior comprometimento dos aliados, apesar de ser um país necessariamente próximo da Rússia. E depois, há sempre a questão do dinheiro. Tudo a partir de Ancara, a 7 e 8 de julho.
Começou pela exaltação patriótica, prometendo o início da “era dourada” da América, usando termos como “esperança”, “promessa”, “luz” e “glória”, e terminou no registo dos seus comícios, alertando para a ameaça do comunismo – o que tem sido recorrente – e da esquerda radical, insistindo na fraude eleitoral, e alertando para a necessidade de investimento militar.
Um documento da aliança militar afirma que todos os 32 membros – incluindo os Estados Unidos – continuam comprometidos com o princípio da defesa coletiva da aliança. Mas Donald Trump voltou, esta sexta-feira, a criticar a organização.
Teerão tem tempo para voltar às negociações, mas o presidente norte-americano, Donald Trump, nem por isso. As eleições intercalares aproximam-se e essa é a melhor arma do Irão para acabar impondo a sua vontade.
As disposições relativas à segurança marítima e à passagem pelo estreito de Ormuz reconhecem implicitamente restrições que a força per se não poderia resolver. Na prática, os EUA não conseguiram uma transformação estrutural do sistema iraniano, nem uma reorganização das dinâmicas regionais.