Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
A administração americana tem todo o interesse em pôr fim ao conflito no Médio Oriente, já que os americanos votam com a carteira e uma gasolina mais cara pode penalizar as 'midterms' de novembro.
Os Estados Unidos retomaram os ataques diurnos contra o Irão e o Estreito de Ormuz está praticamente intransitável. Teerão continua a queixar-se de que os norte-americanos não respeitaram os termos do memorando e asseguram que responderão à altura. Nada de novo, portanto.
A prazo, um aliado cuja razão de ser é inegociável pode deixar de servir os interesses geoeconómicos dos Estados Unidos, pelo menos na visão transaccional de Trump.
Os Estados Unidos impuseram tarifas de 25% sobre algumas importações brasileiras devido a supostas práticas "desleais". O secretário de Estado Marco Rubio acusa Brasília de má-fé nas negociações.
O Palácio do Planalto anunciou também que iniciará “imediatamente” os trâmites para acionar a Lei da Reciprocidade, aprovada pelo Congresso Nacional brasileiro, junto da Organização Mundial do Comércio (OMC) e rejeitou as justificativas apresentadas pelos norte-americanos.
A decisão é resultado de uma investigação comercial do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), com base numa lei comercial de 1974, que permite ao Governo norte-americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais noutros países.
Com o petróleo brent a aumentar para valores próximos dos 90 dólares, o presidente dos Estados Unidos vai fazendo o que alguns dizem ser ‘experiências’: num dia, portagens de 20%, no dia seguinte negócios nos Estados Unidos.
Em cadeia, foi a queda mais pronunciada da inflação nos EUA desde abril de 2020, quando a chegada da Covid-19 condicionou profundamente a atividade. A energia foi a principal responsável pela redução, em linha com o recuo da cotação do barril de petróleo nos mercados.
O anúncio de Trump de imposição de taxas próprias a outros navios pela passagem segura, subverte centenas de anos de política norte-americana de apoio à liberdade de navegação em todo o mundo.
Se não os podes vencer, junta-te a eles: o presidente dos Estados Unidos declarou que passa a cobrar uma taxa de 20% sobre toda a carga que passa pelo Estreito de Ormuz. Para pagar os custos da guerra e impedir que o comércio financie o regime de Teerão
O Comando Central dos EUA (Centcom) indicou, em comunicado, que foram atingidos sistemas de defesa aérea, radares, equipamentos de mísseis e drones, além de pequenas embarcações.
Os analistas anteviam uma queda do indicador em cadeia, mas este avançou 0,9%, mantendo a trajetória dos meses anteriores. Vendas para os EUA subiram 23,1% e a China também acelerou, compensando a queda entre destinos intra-UE. Este é mais um sinal de otimismo para o motor económico europeu, paralisado por uma crise estrutural nos últimos anos.
A Guarda Islâmica iraniana anunciou que o estreito volta a estar fechado a toda a navegação, depois de Donald Trump ter decidido o regresso dos ataques. As monarquias do Golfo continuam a ser as mais penalizadas pelas retaliações.
Durante a fase de grupos do Mundial de futebol, foram registados mais de 52 mil alojamentos de curta duração adicionais nas cidades anfitriãs dos EUA em comparação com junho do ano passado, um aumento de 12% na oferta, segundo dados da empresa de análise AirDNA.
"As forças norte-americanas atacaram aproximadamente 140 alvos militares iranianos com munições de precisão lançadas a partir de aviões de combate (baseados em terra e no mar), drones e navios de guerra", explicou o Comando Central dos EUA (Centcom) num comunicado. Norte-americanos contrazidem iranianos e indicam que Estreito de Ormuz está aberto.
Os 32 Estados-membros asseguram que o artigo 5º é para cumprir, mas o regresso da retórica de Donald Trump sobre a Gronelândia enche a declaração final de dúvidas. Por outro lado, o apoio à Ucrânia assume um carácter estrutural.
O Irão advertiu que não se considerará abrangido pelo acordo assinado com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente caso os ataques ao seu território continuem, segundo um representante iraniano nas Nações Unidas.
“Vivian Maier. Antologia”, no Centro Português de Fotografia, no Porto, dá-nos a oportunidade de ver, olhos nos olhos, a mulher que fez da fotografia o seu legado. Sem nunca o ter mostrado a terceiros, sem nunca ter procurado a celebridade. Com a sua câmara captou a beleza da banalidade, os invisíveis da sociedade americana. Anne Morin, curadora da exposição, fala-nos da força da obra de Vivian Maier e da sua insaciável curiosidade.
Os planos especificam que a ‘portagem’ não deve ser obrigatória, mas chamam a atenção para essa prática noutras passagens naturais. O princípio da União Europeia é o de rejeitar o pagamento, mas a opção terá de ser considerada. Londres parece inclinada a aceitar e a colocar o tema em debate.