Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Versões desencontradas sobre possíveis reuniões entre as duas partes marcaram o dia, numa altura em que delegações norte-americana e iraniana estão na capital do Qatar, mas sem convergirem para um encontro.
Economistas conceituados terão razão quando afirmam que o Ocidente está à beira do abismo. Quanto menos permeável for às mudanças, maior e mais rápida será a sua quebra de hegemonia, sobretudo na Europa, que não está a saber “divorciar-se” dos EUA, em tempo, de forma a construir o seu rumo.
Painéis, debates, apresentações de papers e entrega de prémios: o primeiro dia em pleno do Fórum do BCE é já esta terça-feira e, apesar dos motivos de destaque na agenda, o mercado estará focado em encontrar sinais quanto à política monetária na zona euro, Reino Unido e EUA.
Ambas as partes concordam em suspender ataques e realizar negociações no Qatar esta semana. A dupla de negociadores norte-americanos, Witkoff e Kushner, já estará em Doha, mas ainda não é certo que se encontrará com os seus homólogos iranianos.
Apesar do acordo assinado a 17 de junho, os dois países trocaram ataques nos últimos dias, acusando-se mutuamente de violar o cessar-fogo, com o controlo de Ormuz no centro das tensões.
Aparentemente ultrapassado o problema do Líbano, as conversações de paz entre o Irão e os Estados Unidos voltam a ser postas à prova, desta vez por aquilo que parecer ser o reacender da guerra entre os dois países. Guerra e negociações de paz não são, com certeza, um cenário que possa durar.
"Esses ataques selvagens, que constituem uma violação flagrante do parágrafo 4 do artigo 2 da Carta das Nações Unidas, bem como uma violação expressa da primeira cláusula do Memorando de Entendimento para acabar a guerra, demonstram que o regime americano não concede o menor valor nem credibilidade aos seus compromissos", denunciou o ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano num comunicado.
"Os aviões norte-americanos acabaram de atacar depósitos de mísseis e drones iranianos, bem como estações de radar costeiras, por violarem, MAIS UMA VEZ, o acordo de cessar-fogo!", escreveu Trump no sábado, na rede social que detém, Truth Social.
A Guarda "destruiu oito importantes instalações militares norte-americanas na Base Aérea de Ali al-Salem, no Kuwait, e na Base Naval da Quinta Frota, em Port Salman, no Bahrein", afirmou, em comunicado.
Quando o estreito de Ormuz fecha, o investidor descobre na pele o que é risco sistémico. E descobre, também, que existe um mercado inteiro construído para se proteger disso.
A pergunta relevante não é quando termina Trump. É o que sobra depois dele, e se esse saldo serve, ou não, os interesses estratégicos americanos a longo prazo.
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA recuperou assim face aos modestos 0,5% registados nos últimos três meses de 2025, quando uma paralisação de 43 dias do governo federal pesou sobre a economia.
"Espanha é um desastre. Espanha é terrível, mesmo do seu ponto de vista", frisou Trump a Rutte, durante uma reunião na Sala Oval da Casa Branca, aberta aos jornalistas.
Numa mensagem publicada na rede social Facebook, o secretário de Estado norte-americano acrescentou que "os Estados Unidos estão ao lado do povo venezuelano nestes tempos difíceis".
Os dois sismos que atingiram quarta-feira a Venezuela registaram magnitudes de 7,2 e de 7,5, respetivamente. O USGS, que monitoriza a atividade sísmica em todo o mundo, calculou uma probabilidade de 42% de que o número de mortos se situe entre as 10 mil e as 100 mil vítimas mortais; a possibilidade de 33% de entre mil e 10 mil mortes e uma hipótese que indica 17% de mais de 100 mil mortes.
Estas declarações do chefe de Estado norte-americano surgem também num momento de divergências entre Washington e Teerão sobre questões como a cobrança de portagens no estreito de Ormuz ou as inspeções nucleares.
"O memorando de entendimento assinado entre os Estados Unidos e o Irão – no qual se comprometeram a respeitar mutuamente a soberania e a integridade territorial, a abster-se de ações militares e a evitar interferências nos assuntos internos um do outro – enviou um sinal positivo ao mundo que deve ser preservado e aplicado conjuntamente", afirmou o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi.
"O Japão e os EUA concordaram em tomar medidas firmes sempre que necessário. Nesse sentido, não há dúvidas", disse a ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, citada pela agência de notícias japonesa Jiji Press.